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KARDEC, ESPIRITISMO E MAGNETISMO

Os adeptos do Espiritismo, ao contrário, são todos partidários do Magnetismo
Allan Kardec (RE - 03/1858)

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KARDEC, ESPIRITISMO, MAGNETISMO

O Magnetismo preparou os caminhos do Espiritismo, e os rápidos progressos dessa última doutrina são, incontestavelmente, devidos à vulgarização das idéias da primeira
Allan Kardec (RE - 03/1858)

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SOBRE JACOB MELO

QUEM É JACOB MELO?

Junto com amigos, no primeiro semestre de 1990 fundou o GEAK – Grupo Espírita Allan Kardec, em Natal e, posteriormente, no dia 05 de dezembro do mesmo ano foi um dos fundadores do LEAN – Lar Espírita Alvorada Nova, instituição da qual é o atual presidente.

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NOTÍCIAS

Veja, a seguir, as novidades de nosso site!

MINI PALESTRA: Viver as lições

Por Jacob Melo/Em 20/02/2019 - 21:39

Mais uma mini palestra de Jacob Melo inserida no site! Assista ao vídeo

 

97ª Café Cultural

Por Jacob Melo/Em 18/02/2019 - 19:16

Conforme informamos, anteriormente, o 97º Café Cultural a realizar-se no dia 10/03 será com Nahon Castro (BA),com o tema Felicidade sem culpa.
Para baixar o cartaz, clique em LEIA MAIS.

 

Evento com Anete Guimarães - adiado

Por Jacob Melo/Em 15/02/2019 - 12:38

Informamos que o Café Cultural com Anete Guimarães foi adiado para o mês de novembro.
O Café Cultural do próximo dia 10/03 será com Nahon Castro (foto).
Em breve atualizaremos as informações com o cartaz do evento.

mana: ANA VARGAS.
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3º E-ALEM - COMEÇA HOJE!!

Por Jacob Melo/Em 15/02/2019 - 10:20

Começa hoje o 3º E-ALEM, com a palestra de Jacob Melo, a partir das 20h. O evento será transmitido também pela internet nos seguintes links:
facebook.com/tvchicoxavier/live
youtube.com/tvchicoxavier/live

Clique nos links a seguir para baixar a programação:
1º final de semana: JACOB MELO;
2º final de semana: OTÁVIO AGUIAR e HELITON LIMA;
3º final de semana: ANA VARGAS
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MINI PALESTRA: Trabalho e Repouso

Por Jacob Melo/Em 14/02/2019 - 09:29

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MINI PALESTRA: Liberdade e Fé

Por Jacob Melo/Em 08/02/2019 - 19:37

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Lar Espírita Alvorada Nova

Jornal Vórtice

Luciano Fábio

Garanhuns Espírita

Cláudio Luciano

CEDE Joanna de Angelis

Próximos Eventos



O Magnetismo e o Espiritismo

O Magnetismo e o Espiritismo. (Revista Espírita - Março/1858)


"Quando apareceram os primeiros fenômenos espíritas, algumas pessoas pensaram que essa descoberta (se se pode aplicar-lhe esse nome) iria dar um golpe fatal no Magnetismo, e que ocorreria com ele como com as invenções, das quais as mais aperfeiçoadas fazem esquecer a precedente. Esse erro não tardou em se dissipar, e, prontamente, se reconheceu o parentesco próximo dessas duas ciências. Todas as duas, com efeito, baseadas sobre a existência e a manifestação da alma, longe de se combaterem, podem e devem se prestar um mútuo apoio: elas se completam e se explicam uma pela outra. Seus adeptos respectivos, todavia, diferem em alguns pontos: certos magnetistas ( O magnetizador é aquele que pratica o magnetismo; magnetista se diz de alguém que lhe adote os princípios. Pode-se ser magnetista sem ser magnetizador; mas não se pode ser magnetizador sem ser magnetista.) não admitem, ainda, a existência, ou pelo menos a manifestação dos Espíritos: crêem poder tudo explicar pela única ação do fluido magnético, opinião que nos limitamos a constatar, reservando-nos discuti-la mais tarde. Nós mesmos a partilhamos no princípio; mas, como tantos outros, devemos nos render à evidência dos fatos. Os adeptos do Espiritismo, ao contrário, são todos partidários do magnetismo; todos admitem a sua ação e reconhecem nos fenômenos sonambúlicos uma manifestação da alma. Essa oposição, de resto, se enfraquece dia a dia, e é fácil prever que não está longe o tempo em que toda distinção terá cessado. Essa diferença de opinião não tem nada que deva surpreender. No início de uma ciência, ainda tão nova, é muito simples que cada um, encarando a coisa sob o seu ponto de vista, dela se tenha formado uma idéia diferente. As ciências, as mais positivas, tiveram, e têm ainda, suas seitas que sustentam com ardor teorias contrárias; os sábios ergueram escolas contra escolas, bandeiras contra bandeiras, e, muito freqüentemente, pela sua dignidade, sua polêmica, torna-se irritante e agressiva pelo amor-próprio melindrado, e desviada dos limites de uma sábia discussão. Esperemos que os sectários do Magnetismo e do Espiritismo, melhor inspirados, não dêem ao mundo o escândalo de discussões muito pouco edificantes, e sempre fatais para a propagação da verdade, de qualquer lado que esteja. Pode-se ter sua opinião, sustentá-la, discuti-la; mas o meio de se esclarecer não é o de se dilacerar, procedimento pouco digno de homens sérios, e que se torna ignóbil se o interesse pessoal está em jogo. O Magnetismo preparou os caminhos do Espiritismo, e os rápidos progressos dessa última doutrina são, incontestavelmente, devidos à vulgarização das idéias da primeira. Dos fenômenos magnéticos, do sonambulismo e do êxtase, às manifestações espíritas, não há senão um passo; sua conexão é tal que é, por assim dizer, impossível falar de um sem falar do outro. Se devêssemos ficar fora da ciência magnética, nosso quadro estaria incompleto, e se poderia nos comparar a um professor de física que se abstivesse de falar da luz. Todavia, como o Magnetismo já tem entre nós órgãos especiais, justamente autorizados, tornar-se-ia supérfluo cair sobre um assunto tratado com a superioridade do talento e da experiência; dele não falaremos, pois, senão acessoriamente, mas suficientemente para mostrar as relações íntimas das duas ciências que, na realidade, não fazem senão uma. Devíamos, aos nossos leitores, essa profissão de fé, que terminamos rendendo uma justa homenagem aos homens de convicção que, afrontando o ridículo, os sarcasmos e os dissabores, estão corajosamente devotados à defesa de uma causa toda humanitária. Qualquer que seja a opinião dos contemporâneos sobre a sua conta pessoal, opinião que é sempre, mais ou menos, o reflexo de paixões vivas, a posteridade lhes fará justiça; colocará o nome do barão Du Potet, diretor do Jornal do Magnetismo, do senhor Millet, diretor da União Magnética, ao lado dos seus ilustres predecessores, o marquês de Puységur e o sábio Deleuze. Graças aos seus esforços perseverantes, o Magnetismo, tornado popular, colocou um pé na ciência oficial, onde dele já se fala, em voz baixa. Essa palavra passou para a linguagem usual; ela não espanta mais, e quando alguém se diz magnetizador, não lhe riem mais ao nariz.""

Allan Kardec