ESTUDOS




17- Vi em uma palestra que você fala sobre a FADIGA FLUIDICA, onde falou que escreveu um livro sobre o assunto. Qual livro? Onde achar? Obrigada.

Resposta: O assunto "fadiga fluídica" é abordado em 3 dos meus livros: O Passe, Manual do Passista e Cure-se e cure pelos passes. O Passe está esgotado, mas os outros dois você pode adquirir diretamente pelo e-mail vidaesaber@gmail.com Espero que isto resolva tua dúvida.




16- Quais livros o senhor me recomendaria ler, como uma forma inicial de aprendizagem da técnica magnética como um todo?

Resposta: Sobre livros para estudo, além dos que tenho escrito sugiro que conheças bem a obra de Kardec (incluindo a preciosa Revista Espírita) e dos magnetizadores clássicos. Atualmente já existem algumas publicadas que merecem ser lidas e estudadas. Posso indicar: Barão du Potet - "Manual do Estudante Magnetizador" e o mais recentemente publicado "Tratado Completo de Magnetismo Animal em 12 Lições". Deleuze - "Instruções Práticas Sobre o Magnetismo" Hector Durville - "Teorias e Procedimentos do Magnetismo". Todas essas obras podem ser adquiridas na Editora Vida & Saber (vidaesaber@gmail.com).




15- Se eu vivo numa vibração inferior, alimentando comportamentos impróprios, gero à minha volta uma atmosfera caraterizada por influências da mesma faixa vibratória. Ao fazer o passe magnético, não transmito apenas os fluidos universais e dos bons espíritos, mas também aqueles que me influenciam como pessoa. Aquilo que faz parte de mim, do meu pensamento, da minha conduta, da minha atitude perante a vida é transportado no meu ADN, a quem recebe o passe através de mim. Estou correta? Depois, diga-me onde é que Kardec fala sobre a influência do nosso percurso de vida na transmissão dos bons ou maus fluidos? Li, mas não consigo localizar em que livro.

Resposta: O que concluíste acerca de transferências pelo magnetismo é verdadeiro; transmitimos emoções assim como a animalidade vital que possuímos, daí o cuidado que devemos ter com nossa posição mental e fisiológica. Quanto melhor estivermos, melhor doaremos.

A citação de Kardec que buscas deve ser esta, que está no livro A Gênese:

CAPÍTULO XIV - Qualidades dos fluidos

16. - Tem conseqüências de importância capital e direta para os encarnados a ação dos Espíritos sobre os fluidos espirituais. Sendo esses fluidos o veículo do pensamento e podendo este modificar-lhes as propriedades, é evidente que eles devem achar-se impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que os fazem vibrar, modificando-se pela pureza ou impureza dos sentimentos. Os maus pensamentos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável. Os fluidos que envolvem os Espíritos maus, ou que estes projetam são, portanto, viciados, ao passo que os que recebem a influência dos bons Espíritos são tão puros quanto o comporta o grau da perfeição moral destes.

17. - Fora impossível fazer-se uma enumeração ou classificação dos bons e dos maus fluidos, ou especificar-lhes as respectivas qualidades, por ser tão grande quanto a dos pensamentos a diversidade deles. Os fluidos não possuem qualidades sui generis, mas as que adquirem no meio onde se elaboram; modificam-se pelos eflúvios desse meio, como o ar pelas exalações, a água pelos sais das camadas que atravessa. Conforme as circunstâncias, suas qualidades são, como as da água e do ar, temporárias ou permanentes, o que os torna muito especialmente apropriados à produção de tais ou tais efeitos...




14- Qual a diferença entre a água magnetizada e a água fluidificada Creio que são um pouco semelhantes, não? Pois creio que é com a participação dos Amigos Espirituais e também dos encarnados, certo? Também sei que tem a água imantada. Sei que somos todos energia, animais, e as coisas materiais também, e principalmente aquelas que nós usamos com mais frequência...

Resposta: Água magnetizada é o que temos de real; é o que sempre houve. Água fluidificada foi uma "invenção" dos que sempre quiseram afastar o Magnetismo do Espiritismo. Allan Kardec NUNCA falou em água fluidificada; ao contrário disso, sempre falou em água magnetizada. O uso da expressão “água fluidificada” foi tão mais difundida do que a magnetizada que hoje ela prevalece, mas seu uso não é correto ou não seria o mais apropriado. A água tanto pode ser magnetizada diretamente como à distância. Há ainda a magnetização feita pelos Espíritos, mas, de certa forma, sempre precisará de recursos materiais, senão ficaria difícil a estabilização desses sutis elementos na densidade da matéria. Água imantada é outra coisa: trata-se de uma água que recebe a ação direta de imãs, portanto precisa ser feita diretamente, sem ter, em princípio, como fazê-lo à distância.




13- Gostaria que nos indicasse obras literárias que pudessem tratar este e outros assuntos de forma direta, principalmente com o intuito de objetivar e melhorar nosso atendimento aos assistidos e melhorar também nosso conhecimento sobre o assunto.

Resposta: Quanto a literatura, não existe nada específico como pedes/procuras, mas para o entendimento do Magnetismo, além das obras de Allan Kardec (incluindo a Revista Espírita) e das minhas, no Brasil ainda tens o Magnetismo Espiritual, de Michaelus, publicado pela FEB, o Manual do Estudante Magnetizador, do Barão Du Potet, o Instruções Práticas sobre o Magnetismo, de Deleuze, e o Teorias e procedimentos do Magnetismo, de Hector Durville. (todos esses livros, menos o de Michaelus, você adquirir diretamente na vidaesaber@gmail.com). Afora isso, pesquise em meu site: www.jacobmelo.com.




12- Por mais que eu queira me fazer entender junto aos demais trabalhadores da Casa onde frequento, sinto que é difícil aceitarem certas coisas que o magnetismo ensina...

Resposta: Encontras e encontrarás sempre barreiras, perseguições, injúrias e outras coisas, pois os acomodados nos querem igualmente acomodados. Não é bom para alguém “antigo” achar-se "o tal" e vir "um jovem" com ideias e "revoluções" para "ensinar" o "que já se sabe". Esse discurso muito demorará para desaparecer da face da Terra e do nosso meio, apesar de ser improdutivo, pequeno e infeliz. Portanto siga firme na busca dos bons ideais, pois a água fura o cimento por ser perseverante e não por ser mole.




11- Como disse quero começar um trabalho de magnetizadores, formar, ensinar e tudo mais. Quais os primeiros passos a tomar para identificar pessoas que tenham a pré disposição a serem magnetizadores? Médiuns psicofônicos, de efeitos físicos, etc.? Na Casa tem o passe misto, incorporam médicos, liberam um pouco e os espíritos a outra metade... O mais correto é dizer que existem médiuns espirituais que não liberam fluidos, ou que liberam poucos... E magnetizadores alguns com mais potencialidade que outros, certo? Dividindo em grupos os tipos de passes e os pacientes pode haver uma organização e um tratamento melhor?

Resposta: Um curso bem feito é INDISPENSÁVEL. O curso que realizei este ano aqui no LEAN em breve estará disponibilizado em DVDs. Acompanhe meu site (www.jacobmelo.com) e saberás quando estará a venda. A fusão de mediunidade com o Magnetismo, nos moldes como ocorre hoje no Brasil, não tem sido proveitosa, pois os médiuns (espíritos?) terminam querendo dizer tudo e a busca pelo saber magnético fica imediata e longamente arquivado. Contudo, não posso opinar sobre a Casa de que falas, por não conhecer o procedimento.




10- Jacob venho acompanhando seu trabalho e tenho estudado muito a respeito do passe. A Cura Prânica foi meu despertar para um novo mundo; nesse ano realizei um passe onde tive a grande oportunidade de ter um clarividente ao lado e o mesmo narrou alguns acontecimentos e uma orientação do mentor para estudar o assunto mais a fundo. Estou lendo "Cure-se e Cure pelos Passes" e me surgiram duas dúvidas. A Primeira é em relação a sintonia entre passista e paciente. 90% do meu trabalho é com pessoas de outras religiões e doutrinas, pois aqui na minha cidades o centro que frequento não aceita esse trabalho, nem ao menos ser comentado na Casa Espírita. Mas retornando a sintonia, tive uma experiência hoje de realizar o passe, mas antes pus minha mão em cima da mão do paciente com o intuído de fazer um estabelecimento, pois o mesmo tinha acabado de voltar de uma academia (na hora lembrei desse fato no livro do Barão du Putet, "Manual do estudante Magnetizador") e desse forma senti o paciente se tranquilizar, parece que aumentou a confiança entre ele e eu e ao contrário das outras vezes que apliquei o passe nessa pessoa, senti o fluxo de fluidos mais tranquilo, o trabalho no geral foi muito, mas muito mais tranquilo, até o paciente notou a diferença, sentindo-se relaxado, como se alguém estivesse a realizar uma massagem em seu corpo. Minha dúvida é a seguinte, esse ato de por a mão em cima do paciente é ruim? Não há necessidade? Interiormente acredito que não há necessidade, mas depois desse fato fiquei na dúvida.

Resposta: A questão de sintonia entre magnetizador e magnetizado pode ser resolvida de inúmeras formas; uma delas seria sim tocando o paciente. Na prática espírita isso é muito evitado por dois motivos: 1º- para que o paciente não desconsidere o atendimento magnético em si, alegando apenas ter havido indução (o que não seria nada de mais, especialmente se os benefícios forem alcançados); e 2ª- A fim de se evitar mal-entendidos ou mesmo desajustes entre os pares (tipo sedução, excitação, etc.). Nesse caso, bem se vê que se trata de medida preventiva e de bom senso. Todavia é perfeitamente possível que o caso por ti relatado tenha se dado exatamente pela confiança que o toque proporcionou. Um outro aspecto da sintonia é que ela não pede concordância de princípios religiosos, filosóficos ou mesmo de ideias entre os pares; quando temos o mesmo modo de pensar é sabido que isso pode ser um fator positivo, mas tampouco isso é tudo.




10a- Minha segunda pergunta é sobre o uso de aparelhos eletrônicos como o celular na hora do passe: tem alguma interferência? Realizo uma dinâmica onde peço para a pessoa juntar o primeiro dedo da mão uma com a outra, explico que eu tentarei afastar os dois dedos e ela deve fazer força para não afastar (isso sem o celular no bolso da pessoa), o resultado mostra que é muito difícil separar esses dedos. Mas quando peço para ela colocar o celular no bolso e repito a mesma dinâmica já consigo separar os dedos com muita facilidade, a pessoa faz força, mas não consegue juntar novamente. Essa dinâmica foi feita o dia em que fiz o curso da Cura Prânica, desde esse dia toda fez que vou tomar passe eu tiro o celular e quando vou aplicar em alguém também peço para retirar. Em sua experiência há sentido nisso?

Resposta: Sobre o uso de aparelhos eletro-eletrônicos pelos pacientes magnéticos, ainda não tivemos nenhuma experiência, com controle e rigor científico, que indique ser esse cuidado devido ou necessário. Se você localizou e evidenciou que se trata de impropriedade e se for possível evoluir na pesquisa, vá em frente e nos beneficie com suas conclusões. Afinal, o mundo está pedindo muitas confirmações ou negações sobre o que se diz e se acha.




09- Já pesquisei bastante na internet e não achei uma coisa que me intriga, é: como foi introduzido a palavra PASSE, pois já procurei no Livro do Médiuns também e só vi sobre o magnetismo, mas Kardec nunca faz referência ao nome de "Passe" e sim imposição.

Resposta: Não tenho dados precisos, mas, ao que tudo indica, a inclusão do passe e de sua terminologia no meio espírita veio de práticas teosóficas, as quais eram realizadas em alguns centros teosóficos do Rio de Janeiro, num passado centenário. Apesar de Allan Kardec ter deixado toda a trilha, todo o mapa para que estudássemos o Magnetismo e o praticássemos eficientemente, nosso "movimento espírita" parece ter optado por essa terminologia no lugar da proposta por Kardec, o que terminou por gerar essa profusão de achismos e distanciamentos da base (quando falo base me refiro a Allan Kardec mesmo). Quando buscamos Kardec para saber o que ele fala sobre passes ficamos órfãos. Se buscamos os espíritas mais antigos eles dizem que ele falou sobre o passe com o nome de Magnetismo, mas quando queremos saber aonde anda mesmo o Magnetismo nas Casas Espíritas, aí é um "Deus nos acuda". Infelizmente é assim.




08- No nosso grupo existe pessoas que ainda tomam cervejas de forma esporádicas, segundo as mesmas. Em que isso poderá prejudicar o nosso grupo no trabalho magnético?

Resposta: Veja bem: uma cerveja esporádica (ingerida em intervalos bem espaçados, como de 6 em 6 meses e com um mínimo de 48 horas do serviço magnético), em princípio não ofereceria problemas, mas... Se a pessoa já foi alcoolatra, isso é problema; se a pessoa tem problemas no fígado ou no sistema esplênico, isso é problema; se a pessoa, mesmo com uma cerveja, fica descompensado, isso é problema; se depois de uma ela passa para umas, isso é problema, ou seja: bebida alcoólica é muito mais problema do que solução. Isso, portanto, pode criar problemas ao grupo sim, até porque não dá para se confiar num magnetizador (exemplo de pessoa de bem e equilibrada) com odor de bebida. E, por fim, se a pessoa só bebe muito eventualmente, então fica a questão: pra que beber???




08a- Fizemos o curso com todos os nossos magnetizadores e repassamos tudo de acordo com o que aprendemos; no entanto tem pessoas de nosso grupo que ficam realizando movimentos que não tem nada a ver com o que foi passado, com o ensinado para o passe magnético. Sou o responsável pelo trabalho desse grupo e, na minha visão, terei que afastar essas pessoas do grupo em razão de não estarem aplicando o que foi ensinado e exigido que fosse de tal forma. Estou no caminho certo? Favor se colocar para me ajudar nessa decisão. Pois sei que devemos ajudar sempre, que o centro espirita é um hospital.

Resposta: Via de regra, os indisciplinados precisam receber disciplina. É difícil unir a responsabilidade (presa ao que se aprendeu e ao que se deseja alcançar) com a liberdade (pois esta só funciona de verdade quando "se sabe mesmo" o que se faz, daí Allan Kardec ter usado a expressão "convenientemente empregado"). Particularmente, quando isso ocorre em nosso time, convidamos a pessoa a uma reflexão pessoal; se não funcionar tratamos o assunto de forma aberta; se ainda assim não funcionar, pedimos à pessoa que estude um pouco mais e a retiramos do time temporariamente. É evidente que isso costuma gerar desgastes, mas é melhor salvaguardar o que é bom a se deixar que o mal se alastre, contaminando o todo.




08b- Tenho um membro do grupo que está muito desequilibrado, a ponto de as pessoas não querem nem chegar perto dela, pois a energia é tão densa, que ao se aproximar ou ser tocado, sente-se mal (dor de cabeça). O que fazer dentro de sua experiência?

Resposta: As mesmas razões colocadas na questão anterior se aplicam a esse caso. Portanto, não tenho nada a acrescentar.




07- Graças ao Sr. implantamos há alguns meses no nosso grupo de estudos um dia por semana dedicado ao estudo do passe.

Resposta: Quero parabenizá-lo, bem como aos participantes de seu grupo, pela decisão em estudar o Magnetismo e desfrutar de suas potencialidades. Esse fenômeno -- buscar o Magnetismo e dele extrair os melhores benefícios para a humanidade – tem-se repetido a cada dia com mais e melhor frequência no meio espírita. Parece estar havendo um grande despertamento para essa bênção – o Magnetismo –, a qual, estranhamente, ficou esquecida na prática espírita por mais de 150 anos. Portanto o momento é de aproveitarmos as energias de estímulo aos estudos e trabalho que a Vida nos oferece.




7a- Nossa diretriz tem sido o livro o Passe de sua autoria e suas palestras que encontramos na internet. Eu faço um estudo prévio e depois exponho aos meus colegas de estudo.

Resposta: O Passe é um bom livro, mas pede alguns ajustes, os quais, à época de suas primeiras edições, a FEB não pôde fazer. No livro “Manual do Passista” fiz algumas dessas correções e, posteriormente, no livro “Cure e Cure-se Pelos Passes” coloquei tudo de uma forma mais didática e direta, no formato de perguntas e respostas, praticamente como se fosse um curso completo. Como tem gente que não tem conhecimento desses livros, caso queiras e não tenhas onde adquiri-los por aí peça-os pelo e-mail da editora (vidaesaber@gmail.com) que eles despacham rapidinho e sem taxa adicional, por correio simples.




7b- Mas como acredito ser normal, nos deparamos com alguns empecilhos do ínicio, e se o Sr. tiver disponibilidade de ler este e-mail e o responder, gostaria que me orientasse nesse momento de estruturação do nosso estudo.

Resposta: Sim, meu irmão, é normal ocorrerem impecilhos e esse é um dos naturais obstáculos a serem vencidos logo de início. Perseverança e foco são palavras de ordem.




7c- A maneira como estamos procedendo é a seguinte: 1- Aulas teoricas, sobre fluidos, diferentes tipos de magnetismo, o passe, características do periespírito, a prece, etc.

Resposta: Muito bom. Sugiro que aproveitem o esquema da página 63 do livro O Passe e desenvolva-o junto com todos os participantes. Pode demandar algumas horas de estudo, mas é uma base muito útil e boa.




7c-2- Mantendo as aulas teóricas passamos a estudar as técnicas do passe e suas indicações, dando ênfase no desenvolvimento do tato magnético, onde estamos tendo resultados interessantes.

Resposta: Acertas quando queres ajudar no desenvolvimento do tato magnético (inserido sob o título de dupla-vista na obra de Kardec) dos companheiros. Não que seja de todo indispensável, mas com esse tato se pode ir bem mais longe e com mais segurança.




7d- Colocamos 2 dos alunos sentados, aplicamos dispersivos para a assepsia e todos os outros tentam perceber as diferenças fluídicas, e cada um escreve suas percepções. Depois vamos analisar essas percepções e, curiosamente, os alunos tendem a perceber as mesmas coisas, nas mesmas regiões. O que acredito ser um indicativo de estarmos no caminho certo.

Resposta: Primeiramente uma observação: apesar de entender o que chamas de assepsia, a expressão não é feliz, como também não era a antigamente muito falada ‘limpeza’; sugiro sua troca por harmonização, alinhamento, equilíbrio dos campos vitais, etc. Na outra parte da questão, para que os estudantes tenham mais segurança do que sentem ou irão sentir, o ideal, nessa fase de exercícios, é que eles façam a busca do tato tanto antes como após os dispersivos. Isso pode gerar percepções e sensações muito ricas, pois diferenciadas, em uma mesma pessoa. Por fim, o fato de alguns alunos já estarem confirmando os mesmos pontos e sintomas é muito promissor. Entretanto lembro que não queiramos que todos sintam, por exemplo, calor, frio ou o que seja, pois cada magnetizador tem suas próprias características e percepções, além de que os potenciais também diferem ao infinito.




7e- No entanto temos um membro que tem certas dificuldades, que acredito ser pela mediunidade que nunca foi trabalhada. Ele fica bocejando, com a face avermelhada. Aplico então dispersivos para eliminar o excesso de fluidos, a vermelhidão passa quase que instantaneamente, mas ele diz sentir dores pelo corpo, nuca e costas nos dois dias seguintes ao estudo do passe. Esse membro não anda aplicando passes de nenhum tipo e nem recebendo além de dispersivos, para evitar estes incômodos.

Resposta: Quero começar destacando que o fato dele ter ou não desenvolvido a mediunidade não implica, necessariamente, que ele sinta ou deixe de sentir o que está anotado. Ademais, vários são os fatores que podem levá-lo a esse bocejar bem como a sentir os mal-estares posteriores. Supondo ser fluídica a causa, provavelmente ele tem uma boa usinagem magnética natural e está se prejudicando por não usá-la, seja doando-a, seja filtrando-a ou refinando-a. Tanto é possível que seja isso que logo após receber alguns dispersivos ele reage positivamente e de forma muito rápida. Só que os dispersivos teem se mostrado pouco eficientes, pois a partir daí podem ocorrer outras duas situações: 1- como o campo vital sentiu-se aliviado por conta dos dispersivos, ele passa a usinar ainda mais fluidos e isso o sobrecarrega, gerando congestões fluídicas, posto que não exterioriza nem filtra; e 2- pode também ocorrer que após a dispersão ele "abra" seu padrão de exteriorização de forma contínua e como não faz aplicações ou exercícios que controlem as emissões (ele mesmo dispersar em outros ou fazer exercícios para tentar conter a perda contínua, do tipo respiração diafragmática), ele não pára de exteriorizar, por fim caindo em fadiga fluídica - características comumente observada nos sintomas que ele anota nos dias seguintes.




7f- Se possivel gostaria que manifestasse sua opnião quanto ao método de estudo que estamos utilizando, desse sugestões de como um grupo novo como o nosso deve direcionar os estudos do magnetismo, e como podemos ajudar esse membro e quais as possiveis causas desses incômodos que ele sente, além de nos dizer a melhor forma para o nosso desenvolvimento da diagnose.

Resposta: O caminho que estão seguindo é bom, conforme falei acima. Mas convem buscarem outros grupos para troca de ideias, de preferência com quem já tem vivência. Se você acessar meu site (www.jacobmelo.com) baixe os exemplares do jornal Vórtice e ali encontrarás bons artigos, instigantes trabalhos e e-mails esparsos de pessoas e grupos que trabalham com Magnetismo. Sobre o aluno que anda se sentindo mal, conforme falei na resposta anterior ele deve começar os exercícios de dispersão e também fazer exercícios de respiração diafragmática (sugiro um método em meu livro A Cura da Depressão pelo Magnetismo). Isso o ajudará bastante.




7g- Estamos todos começando nesse assunto, ainda somos leigos, mas estamos pesquisando bastante para podermos desenvolver uma equipe de passistas capacitados para atender em nossa cidade.

Resposta: Busquem sempre o auto-estímulo. O Bem conta com os perseverantes, pois os desistentes deixam muito pouco a benefício de todos.




7h- Se puder nos oferecer qualquer informação que possa nos ajudar e esclarecer, ficaremos todos muito gratos…

Resposta: Pode parecer que estou querendo vender livros, mas não é o caso; todavia sugiro que conheças um outro livro meu: “Reavaliando Verdades Distorcidas”. Nesse livro eu faço todas as conexões entre o Magnetismo e o Espiritismo, com base exclusiva nas obras de Allan Kardec. Isso te dará subsídios e forças para enfrentar os problemas e as oposições que virão naturalmente. E em meu site irás descobrir muitas palestras interessantes e obras valiosas.




06- Quero fazer uma sugestão: faça um vídeo explicando passo a passo, os passes, tratamento, e as outras técnicas.

Resposta: Isto é pretensão antiga minha. Quem sabe em 2013 este vídeo surja!!!




05- Nosso grupo de estudos está em andamento. O presidente de nossa Casa nos convidou para iniciar um trabalho de passe magnético após as sessões mediúnicas no tratamento da obsessão. Procurei material a respeito desse passe e não obtenho sucesso. Poderia me orientar, pelo menos dizer onde posso encontrar informações a respeito?

Resposta: Não tenho nenhuma obra que trate especificamente do caso de passes magnéticos em reunião de desobsessão, mas já comentei em meus livros que, via de regra, esse passe deve ser aplicado no umeral (alto da coluna), da seguinte forma:

1- querendo facilitar ou favorecer à aproximação da Entidade Espiritual, faça-se aplicação de passe concentrado (imposição ou circular) naquele centro vital. Em princípio, faz-se ativante (próximo), mas alguns casos pedem que se faça também calmantes (afastado). Se precisar fazer esse procedimento por muito tempo numa mesma sessão, intercale-se os concentrados com rápidos dispersivos transversais para evitar "sobrecarga" fluídica e, assim, diminuir os incômodos que o médium possa vir a sentir ao final do atendimento;

2- ao contrário desse caso, se o intuito for dissipar os fluidos ou afastar a entidade comunicante, aplica-se dispersivos bem vigorosos (rápidos e largos) sobre o umeral, tanto perto como distante. Não sendo suficiente, pode-se fazer sopro frio (como quem apaga uma vela) diretamente sobre o frontal, soprando-se com vigor e de meia a longa distância (mais ou menos de uns 50cm a 1 metro). Independente do que tenha sido feito, nos dois casos, deve-se sempre concluir com dispersivos gerais para que o médium fique bem.

Espero que isso resolva tuas dúvidas.




04- Eu gostaria de saber se você poderia me dar algumas orientações no que se refere ao estudo sobre magnetismo. Sou espírita há uns 3 anos e somente no curso de passe do ano passado (o primeiro que eu participei) conheci o magnetismo. Foi algo muito emocionante para mim. Desde então me aventurei a estudar alguma coisa e quando meu trabalho permitiu, fui fazer um "estágio" com amigos, iniciando a aplicação de passe em idosos. Agora estou meio na dúvida de para onde ir... Antes eu pensava que deveria estudar toda a obra de Kardec para poder aprender alguma coisa sobre magnetismo. Tentei, mas vi que não é muito bom estudar sozinha, ainda mais se você vai literalmente começar do zero, igual ao Coração Pirata do Roupa Nova... Atualmente estou no ESDE e no Estudo Mediúnico, mas ainda não estudei a obra toda... Não aguentei esperar (porque você sempre fala que a gente tem que ter a base primeiro) e li uns livros seus (O passe, O manual do passista e A cura da depressão pelo magnetismo). Também estudei um pouco (coisa pouca, de nível médio mesmo) de biologia para ter noção de anatomia e fisiologia para quando fosse aplicar passes nos idosos. Fato é que estou meio perdida porque não sei se devo me dedicar ao estudo da obra de Kardec primeiro para ler outros autores depois. E se isso pode ser feito concomitantemente, como seria uma sequência legal para estudar. Estou aqui com o Manual do Estudante Magnetizador, do Barão du Potet, mas ainda não comecei. Uma outra dúvida é sobre a doutrina secreta. Eu fazia um curso de filosofia onde também estudávamos as religiões comparadas. Lá eu comecei a ver um pouco da doutrina secreta de Blavatski. Eles tem idéias muitíssimo interessantes sobre a evolução da espécie humana (nada de macacos e Darwin) e sobre a composição do corpo humano (veículos da personalidade e perispírito) que tem muito a ver com a idéia do Espiritismo. Nos seus livros eu vi que você estudou um pouco outras religiões. Você acha que vale a pena investir nesse ramo para complementar o estudo do magnetismo ou isso seria para mais tarde?

Resposta: Se ainda não somos interessados em adquirir conhecimentos e ter segurança, pela diversidade de tudo que se nos apresenta fica tudo muito confuso, imagina quando queremos dominar algo e parece que tudo nos foge ao alcance, até mesmo pela enormidade de variedades e variantes que existe! Posso imaginar exatamente o que sentes, pois já vivi isso, numa época em que as literaturas disponíveis eram escassas e caríssimas, além de praticamente não ter pessoas a quem recorrer. Para não teorizar vou falar na primeira pessoa do singular. Começo pelo meu segredo, que foi um só: perseverança. Descobri o que era o supra sumo e mergulhei fundo. Esse supra sumo era (e é) o conjunto da obra de Allan Kardec, com destaque à Revista Espírita (tadinha, tão menosprezada até hoje), as obras de Léon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e tudo o que me chegava às mãos acerca do Magnetismo, onde ficou muito evidente o livro Magnetismo Espiritual, de Michaelus. Além desse, restringi minhas leituras às obras dos Espíritos André Luiz, Manoel Philomeno de Miranda e algumas de Emmanuel. Quando precisei, não tive nenhum medo ou receio de buscar ler, conhecer, estudar, descordar, brigar e até xingar quem não tinha o que dizer com segurança e, ainda assim, ousava ensinar o que não sabia. Só que para chegar aí eu já me sentia com uma certa base. Como li tanto? Sempre concomitante e de forma comparada. Sempre comparei, mas firmei uma base: Kardec. Não que não tenha visto ou lido coisas nele que não concorde plenamente, mas de todo mundo e de toda literatura espírita e espiritualista que já li até hoje, ninguém, absolutamente ninguém se apresentou e se apresenta de forma mais segura e coerente do que ele. Contando como fiz te sugiro o que podes fazer, mas... nunca serei você, como nunca ninguém será igual a quem quer que seja. Acho, pelo que sei hoje, que tive sorte escolhendo este caminho; me foi seguro, me deu base, não me permitiu muitas loucuras e acumulei mais experiências do que se tivesse ficado pulando e pulando. Os ESDEs deveriam ser um excelente caminho e lugar para se aprender conjuntamente, mas costumam ser pouco eficientes, seja por conta da metodologia, que pede um nivelamento não muito estimulante, ou seja porque os roteiros não são consistentes como deveriam nem tratam a obra básica de Allan Kardec com a profundidade que se requer quando se quer progredir objetivamente. Por outro lado, o estudar sozinho é muito cruel. A maior parte do meu caminho fiz sozinho; isso me arremetia para a necessidade da verificação prática, então, sempre que possível, eu partia para a experiência ‘de campo’ a fim de testar se o que eu tinha entendido ou estava aprendendo era correto. Foi duro, mas foi ótimo. Por fim, a aproximação entre a teosofia da senhora Helena Blavatsky e o Espiritismo é reconhecidamente histórica, posto que ela ‘bebeu nas fontes espíritas’ e que, portanto, guardou muito do que ela concordava com a Doutrina. Se devemos lê-la, conhecê-la, estudá-la? É sempre bom conhecer pessoas notáveis e que têm trabalhos igualmente notáveis; ela é uma dessas. Conhecer suas obras é tarefa de fôlego, pois ela produziu muito. Nisso tudo fica uma questão fundamental: temos tempo e disposição? Espero ter-te respondido a contento.




3- Tivemos uma dúvida com relação a algumas respostas dadas pela espiritualidade nas questões relatadas nas páginas 102 e 103 (do livro Reavaliando Verdades Distorcidas). A primeira pergunta de Kardec é se "podem considerar as pessoas dotadas de força magnética como formando uma variedade de médiuns". E a resposta de espiritualidade é certeira: "Não há que duvidar". Disso se pode deduzir que o Magnetismo é uma variedade (ou se quizer, um tipo) de mediunidade. Mais à frente, na quinta pergunta, a espiritualidade confirma que há pessoas que verdadeiramente possuem o dom de curar pelo simples contato, sem o emprego dos passes magnéticos. Logo depois ela confirma que nesses casos há a ação magnética (do magnetizador) e há também a influência dos Espíritos e diz ainda que esses são os verdadeiros médiuns, mas que eles não são médiuns curadores conforme nós entendemos. Aí é que veio a dúvida: O que ela quiz dizer com médiuns curadores conforme nós entendemos? Que médiuns são esses? Ou qual entendimento é esse? Dessa alegação deduz-se que existem dois tipos de médiuns: Os verdadeiros e os conforme nós entendemos (não verdadeiros, incompletos ou falsos). Coloquei a questão p/ o grupo e não conseguimos chegar a uma posição definitiva e gostaria de sua ajuda quanto a essa questão. Sei que nós temos duas definições de médium. A definição clássica de Kardec (que médium é todo aquele que sente de uma maneira qualquer a presença dos Espíritos), o que é uma definição bem ampla, pois através dela, todos somos médiuns... e uma definição mais restrita, quando se fala em médiuns ostensivos, onde, segundo a mesma, apenas alguns são médiuns, mas nem todos. Seria isso a chave para entender essa dúvida? Ao final da reunião, deixamos essa questão em aberto e fiquei de levá-la a voce, o que faço nesse momento.

Resposta: Vamos ao que colocas...

Quando Allan Kardec ou os Espíritos dizem algo do tipo: "não como entendeis" é que Eles percebem que há distinção entre o observado e o comum dos sentidos; o mínimo que devemos sempre considerar é que os planos de observação são bem distintos, literal e filosoficamente falando. Allan Kardec, como é bem sabido, não via com bons olhos o animismo, pois, ao seu tempo, o animismo era a escola que considerava a evidência de fenômenos “estranhos” os quais descartavam completamente a presença de Espíritos, enquanto ele sempre afirmou em tudo haver Espíritos presentes. Partindo-se daí, lícito se diga sempre haver mediunidade em tudo. E eles (Kardec e os Espíritos) sabiam e afirmavam que mesmo os magnetizadores não acreditando nos Espíritos, aqueles estavam presentes, e isso poderia ser visto como uma mediunidade "indireta, passiva ou que nome queiramos dar". Mas fica evidente se tratar de uma mediunidade bem diferente do que chamamos vulgarmente de mediunidade. Por outro lado, em dados momentos percebemos que faltaram palavras para dar melhor definição de certas coisas. Em meu entendimento ele queria dizer que eram médiuns por estarem sob influência espiritual, mas não eram médiuns no sentido clássico do termo. Sendo, pois, a palavra mediunidade muito ampla e genérica, quando falamos de médiuns de cura descemos à especifidade; quando falamos de magnetizadores nos referimos a outra abordagem. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no seu capítulo 26, item 10, anotamos: “O magnetizador dá o seu próprio fluido, por vezes até a sua saúde. Podem pôr-lhes preço. O médium curador transmite o fluido salutar dos bons Espíritos; não tem o direito de vendê-lo”. Aqui está mais do que estabelecido que, em tese, o magnetizador não é o que se consigna como médium, pois este fica eloquentemente bem definido, pelo menos segundo a origem dos fluidos.

Espero ter esclarecido.




02- Participo de um grupo de estudos sobre o Magnetismo e senti dificuldade em entender: “Todas as curas desse gênero são variedades do magnetismo e não diferem senão pela potência e a rapidez da ação. O princípio é sempre o mesmo: é o fluido que desempenha o papel de agente terapêutico, e cujo efeito é subordinado à sua qualidade e a circunstâncias especiais. Allan Kardec (A Gênese, cap. 14, item 32). Pergunto quais são estas circunstâncias Especiais podem me indicar onde encontrar o assunto ou descrevê-las para mim?

Resposta: Pela leitura dos itens 31 e 33 de A Gênese em seu cap. 14, fica visível que Kardec trata do assunto de maneira aberta e genérica. Infelizmente, por pura comodidade ou falta de interesse em dar continuidade a esses estudos, o meio espírita optou por minimizar a ação magnética em vez de ampliar estudos, pesquisas, experiências e aprofundamentos.

Pelo que sei, praticamente inexiste obras especiais e específicas, mas é bastante evidente que Allan Kardec se referia ao conhecimento das técnicas do Magnetismo e sua aplicação segura. Rapidamente, as circunstâncias seriam (no meu modo de perceber):

- uma melhor ou menos eficiente relação magnética entre magnetizador e paciente;

- a ação de uma maior ou menor vontade do magnetizador (vontade no sentido orientado por Kardec em O Livro dos Médiuns);

- a confiança (fé) e o desejo sincero ou não de se curar (e não apenas de ser curado), da parte do doente;

- a qualidade do fluido do magnetizador;

- a potência desse mesmo fluido;

- a combinação mais ou menos perfeita entre os fluidos do magnetizador e do paciente;

- o maior ou menor domínio das técnicas por parte do magnetizador;

- a "presença" de Espíritos afins com essa atividade.

Poderia ainda mencionar, para uma melhor qualificação:

- um bom tato-magnético da parte do magnetizador;

- boa base de anatomia, fisiologia e, a depender do aprofundamento, de embriogenia e patologia (não que o magnetismo dependa diretamente disso, mas quão melhor se conhecer, com mais segurança poder-se-á atuar);

- quão melhor for a condição de acompanhamento do paciente melhor será o efeito e o aprendizado (não foi sem propósito que Mesmer tinha uma clínica que mais parecia um hospital, onde seus pacientes eram literalmente internados até a completa recuperação0;

- não temer agir, não vacilar, não duvidar, mas agir com a maior segurança possível;

- usar a água magnetizada como eficiente e (quase) indispensável elemento complementar da terapia (lembro que os magnetizadores clássicos magnetizavam as água com bastante tempo, nunca menor que 10 minutos para um único vasilhame);

- o tempo de magnetização no paciente (o magnetismo ordinário, como chamava Kardec, levava sempre uma média acima de 40 minutos por sessão); hoje sabemos que muitos casos só são seguramente resolvidos com sessões mais demoradas;

- por fim, as orientações dadas aos pacientes (no sentido de preservação e manutenção do estado fluídico renovado) e a forma como eles seguem essas orientações são outro fundamental ponto que pode consagrar vitórias ou derrotas nas terapias magnéticas. Sei que tudo isso não responde objetivamente tua questão, mas pelo menos põe ou propõe reflexões que nos levam a seguir pesquisando e, sobretudo, fazendo experiências produtivas e sérias, com o fim de tornar melhor e mais universal o que propôs Kardec e os Bons Espíritos.




01- Vou fazer um curso de passes em março. Devo esperar até lá ou eu posso fazer algo para me ajudar enquanto o curso não chega?

Resposta: Sugiro que estudes antes. (A propósito sugiro que visites minha página e acompanhe alguns vídeos que ali existem acerca do assunto depressão e passes - www.jacobmelo.com) e que também busques uma rearmonização vital para não se descompensar ou não conseguir ajudar com eficiência.