TECNICAS E TRATAMENTOS




61- Uma pessoa que não está sendo medicada, ou não está sob tratamento médico, pode ser tratada pelo TDM? Essa pessoa hipotética, que está apresentando sinais de uma possível depressão pode iniciar o TDM por uma ação preventiva? Neste caso, esta pessoa precisa se submeter às 3 fases?

Resposta: Tem muita gente em depressão que nunca tomou/ingeriu qualquer medicamento para tal. A depressão independe de muitas coisas, inclusive da falta de fé e do total desespero ou negação que vários acometidos acusam. E independente da gravidade, cronicidade e profundidade do mal, O MAIS CORRETO é começar sempre pelo TDM-1, mantendo-se aí até que o esplênico esteja funcionando plenamente. A ida aos níveis 2 e 3 são quase tão imperiosos quanto o início da terapia, por motivo de se querer prevenir recidivas ou mesmo descrenças posteriores, visto que o sistema pode estar funcionando apenas temporariamente (no TDM-1) e se não se estabilizar mais profundamente (que se obtém apenas nos 2 outros níveis do tratamento) poderá expor o paciente a riscos desnecessários. Muitas vezes os níveis 2 e 3 são muito preventivos (especialmente quando o tratamento é em fase inicial da enfermidade ou para resolver aspectos menos graves da depressão e correlatos), porem indispensáveis.




60- Qual a prática ou regra utilizada para que o passista seja substituído durante as fases do TDM?

Resposta: O fundamental é que quem substitua alguém estabeleça uma boa relação magnética com o paciente. Como nos casos de depressão esse estabelecimento nem sempre pode ser feito da forma convencional, convém que o substituto inicie fazendo muitos dispersivos, em vários níveis de distância (ativantes até calmantes) e ao longo de todo o corpo do paciente. E mesmo que a técnica já tenha alcançado um ponto mais avançado pelo magnetizador anterior, o substituto deverá fazer muitos dispersivos no esplênico até retomar o ponto onde foi parado. Isso, contudo, não é uma regra absoluta e sim um modelo onde a prudência e o bom senso estão em vigor.




59- Quais os cuidados que um magnetizador, que trabalha com TDM, deve tomar quando atuar num trabalho espiritual aplicando um passe de Choque Anímico(CH)?

Resposta: Novamente deixo claro não ter afinidade com a técnica referida, mas posso adiantar que um bom magnetizador, seja de que técnica ou "linha" se utilize, deve procurar manter-se no melhor equilíbrio físico e psíquico possível, sem abrir mão de sua vontade de ajudar, de sua preparação espiritual e do sentido de tudo observar para aproveitar o máximo do que vier a fazer em bem do próximo.




58- Os resultados do TDM aplicados a um assistido fumante são afetados negativamente? Caso afirmativo, quais as ações que devemos tomar para que o TDM seja mais efetivo?

Resposta: Sendo o fumo danoso para o organismo em geral, só isso já basta para causar prejuízos, mas, apesar disso, as técnicas de TDM são muito eficientes. Convencer o fumante a largar o vício é uma tarefa que pode e deve ser desenvolvida paralelamente, porem evitando-se condenações, acusações ou mesmo dizendo que isso impede que o grande potencial de ajuda se estabeleça. Nada como bons argumentos para se contribuir na superação de vícios.




57- O passista que também se encontra em tratamento espiritual pode dar passes magnéticos?

Resposta: Um dos princípios básicos do Magnetismo é que o magnetizador esteja bem para poder transmitir o bem. Existem situações em que, embora haja perturbação espiritual, o Magnetizador está em plena condição de usinagem e exteriorização de bons fluidos; noutro casos ocorre literalmente o contrário. Portanto, cada caso é um caso e deve ser analisado com critério e bom senso. Na dúvida, o melhor é abster-se de dar passes até que esteja bem.




56- Pode ser realizado o TDM em assistidos que estão sob tratamento espiritual (por exemplo: P2, CH, P3B)? Os tratamentos podem ser simultaneamente aplicados nos assistidos?

Resposta: Peço desculpas por minha não familiaridade com as técnicas apresentadas (P2, CH, P3B...). Por não saber como se aplicam fico sem ter como me posicionar, mas uma coisa é certa: devem ser evitados todos os tipos de passes concentradores em portadores desses distúrbios, notadamente no nível TDM-1, pois a absorção de fluidos de forma concentrada só complica o quadro geral do paciente. Quando a terapia já se encontra nas fases seguintes (TDM-2 e 3) os concentrados podem ocorrer, ainda assim com o cuidado de intercalá-los com dispersivos.




55- Estamos com dificuldades no grupo de evoluir para o TDM 2 (ainda estamos estudando a prática em conjunto). Pode haver algum prejuízo para os pacientes em permanecerem em um tempo prolongado no TDM 1?

Resposta: Prejuízos no sentido de agravamento do mal é pouco provável que ocorra. Mas devemos considerar que o TDM2 facilitará a melhoria geral. Sugiro que tentem aplicar o TDM 2 e vejam os resultados e, paralelamente, vão estudando e avaliando.




54- Minha mãe iniciou o tratamento magnético para a depressão no nosso grupo há 6 semanas, e nas primeiras 3 semanas ela apresentou sintomas de labilidade emocional muito intensos (choros compulsivos), com uma melhora visível após esse período. A que se atribuiria essa labilidade emocional inicial? - Eu poderia seguir a técnica do seu livro em casa, aplicando nela mais de um passe magnético semanal? Ou o melhor ambiente seria em um centro espírita?

Resposta: Sobre o caso de sua mãe, apenas posso oferecer hipótese: provavelmente, como efeitos das técnicas TDM1, os "filtros" vitais voltando a funcionar (centro esplênico) as emoções desaguam e assim virem a gerar esse choro. A hipótese é viável ante o fato da melhora dela após 3 semanas. – Quanto à conveniência da aplicação dos passes em casa, como já tens experiência poderás sim aplicar passes diários nela, mas mantenha um bom padrão e em cada sessão faça o tempo conveniente para o atendimento, pois 5 sessões de 5 minutos cada não é o mesmo que uma de 25 minutos, ok?




53- Uma dúvida que me surgiu após a leitura da 9ª edição de seu livro Manual do Passista - Curando pelo Amor e pelo Magnetismo, foi a seguinte: os centro vitais têm relação intima com certos órgãos, por exemplo, o esplênico refere-se ao baço mas também exerce influência sobre as funções biliares, renais e de excreção; sendo assim, se um paciente com problemas de cálculo biliar procura um passe magnético, devo concentrar a aplicação no centro Esplênico ou mais diretamente na região da Vesícula Biliar?

Resposta: Os tratamentos magnéticos tanto podem ser efetuados sobre centros vitais como sobre órgãos, assim como simultaneamente. Tudo depende do magnetizador, sua habilidade ou como lhe é mais seguro na condução do passe.No caso que te referes, se for atuar apenas em centros vitais, o ideal será sim o esplênico, mas é bom considerar a relativa influência, ainda que não direta, do gástrico sobre as funções hepática e biliares.




52- Dependendo da doença ou da situação, o passe magnético pode ser mais eficaz que o espiritual por conter fluidos vitais?

Resposta: Pode sim.




51- Sempre que aplico passes tenho um extrema vontade de curar o paciente; eu equilibro minha mente, me sintonizo e faço as técnicas magnéticas. Um antigo magnetizador me disse que além disso é necessário visualizar as energias saindo das suas mãos, caso contrário perde muita energia. Eu nunca foquei muito nesse ponto, o que eu visualizo sãos os órgãos, chakras, o organismo no geral, mas não necessariamente as energias. Isso procede? E pode estar atrapalhando o processo?

Resposta: Não procede. Foque na vontade, no que queres e vais fazer e, como diz a canção de Roberto Carlos, "pense só no bem, que um dia a felicidade um dia vem", ou seja: a vontade e a atenção juntas, fortalecida pela confiança e pela fé de quem procede são alavancas por demais poderosas. Por isso, a partir daí tudo virá melhor produzido.




50- Vejo por aí muita informação errada sobre os chakras, por essa razão vivemos uma impasse dentro da Casa Espírita. Temos trabalhadores envolvidos com o reiki,e não aceitam, por exemplo, a localização do esplênico.Num caso em que o paciente esteja com congestionamento de energia, seria melhor que essa problemática fosse trabalhada por uma magnetizador ou passista espiritual ou um reikiano também poderia intervir? Sabemos que eles são apenas canais, mas logo penso, a energia mesmo espiritual que eles utilizam não poderia agravar o caso, ou ela por si só já dispersaria a congestão fluídica do paciente?

Resposta: Que me desculpem os que pensam o contrário, mas o Magnetismo Prático não apenas é o ideal como é o melhor medicamento para a fadiga. Meus livros sobre magnetismo tratam do assunto.




49- Por ficar sobrecarregado na Casa, me encontro numa fadiga fluídica. A única coisa que continua boa é o meu humor, pois estou num ponto de esgotamento total. Sem forças. E passando pela situação vejo que essa fadiga anda de mãos dadas com a depressão. Procurei Centros Espíritas para me tratar, pois sei que em minha Casa ninguém dispõe desse conhecimento ainda. Tomei alguns passes lá e em outras Casas; sinto um alívio bom, mas o problema volta, pois sei que eles não agiram no foco do problema. Sinto que meu gástrico e esplênico estão descompensados. O que faço? Pensei em tomar soro na veia. O passe espiritual tem tanta força quanto o magnético? e Nesse caso? Passada essa fadiga serei um magnetizador como antes ou ficarei com fluidos comprometido?

Resposta: O meu livro A Cura da Depressão Pelo Magnetismo ensina como magnetizadores deverão agir em quem tem depressão e, no final do livro, tem sugestões para quem queira/possa se auto-ajudar. – Sobre outro ponto que colocas, esse mal não se cura com soro ou “simpatias”. Por fim, quando passar a depressão ou a fadiga fluídica é claro que poderás sim ser um bom magnetizador.




48- Não tenho conseguido ajudar muito nas pessoas com depressão; que devo fazer?

Resposta: Para lidar com depressão e depressivos tens tudo em meu livro A Cura da Depressão Pelo Magnetismo. Pode seguir aquela trilha e tudo dará certo.




47- Participei do último seminário que você dirigiu aqui em nossa cidade, sobre Magnetismo. Trabalho com um grupo de passista em uma casa espírita, prestando um trabalho assistencial de atendimento através do passe em pessoas que não podem ir até o centro, as quais atendemos em seus lares e as vezes em hospitais. Temos um caso extremo de atendimento em nosso grupo relacionado com paralisia cerebral e alguns comentam que em pessoas com este tipo de enfermidade e outros tipos relacionados com a região cerebral, não se deve aplicar passes diretamente com a imposição das mãos por sobre a cabeça, o que faria com que esta pessoa ao invés de receber alguma melhora, não se sinta bem ou fique agitada.

Resposta: Não existe qualquer impedimento que impeça a atuação na cabeça de um paciente, salvo se o magnetizador não souber o que faz ou se for fazer excessivos concentrados sem as intercalações dos dispersivos. E se o magnetizador tiver muita experiência, poderá e até deverá acessar os "campos e locais" mais diretamente afetados. Esta, inclusive, é uma das grandes vantagens do magnetismo; tirar-se isso dele equivalerá a se reduzir bastante seu alcance.




46- No exercicio do tato magnético registro muito pouco da condiçao fluidica do paciente, porém em alguns casos ao passar as mãos ao longo do corpo com sinto um "Ar frio", do coronário ao genésico. Logo a seguir faço dispersivos transversais e longitudinais e quando repito o tato sinto nos mesmos chacras um calorzinho agradável onde antes era o "Ar Frio". O que aconteceu? Houve uma harmonização dos chakras? Se sim, porque do "Ar Frio"? Eles estavam congestionados e agora após os dispersivos voltaram ao bom funcionamento? Num outro dia, com o mesmo paciente, volto a sentir o "Ar frio" novamente…

Resposta: A questão das sensações no paciente é extremamente variável e sem padrão geral. Daí ser de muita importância a busca pelo desenvolvimento do tato-magnético, tão incentivado por Allan Kardec quando nos falava da dupla-vista.Na verdade, não se pode dizer que o frio, o calor, ou o que seja, indiquem, com precisão, tal ou qual estado. Cada magnetizador deve se conhecer e reconhecer, pois essas sensações e esses registros são muito peculiares e particulares a cada magnetizador.No passado houve várias tentativas de se estabelecer um padrão universal, mas isso jamais foi sequer dado como próximo da realidade desejável. Assim, cada magnetizador deve se observar, se conhecer e ir se aprimorando, para entender e se entender em suas sensações. E se alguém te afirma, peremptório, que frio ou calor, ou qualquer outra sensação, diz taxativamente que significa isso ou aquilo, pode desconfiar; o máximo é que aquilo que ele diz seja o resultado que se observa nele.




45- Há um tempo você me esclareceu uma dúvida sobre o posicionamento do esplênico e hoje venho com outra dúvida sobre o posicionamento de outro chácra, o básico. Em desenhos de chácras, percebo que ele "desemboca" para baixo. Como seria a aplicação e a dispersão desse chácra, qual seria a melhor técnica de dispersão para esse chácra? A aplicação ficaria melhor com o assistido deitado e de pernas abertas?

Resposta: O sentido que considero o básico o localiza na região chamada cóccix, uns 5 centímetros acima do ânus, e voltado para as costas, ou seja, no sentido oposto ao do genésico, que aponta para a frente. Portanto a aplicação nele seria do mesmo jeito que nos outros, só que às costas.




44- Sou evangelizador de mocidade e fiz uma proposta à Casa, a qual foi bem aceita, ainda assim gostaria de sua opinião. Em nossa Casa, no horário em que é realizada a Evangelização Infanto-Juvenil não temos disponibilidade de passistas para aplicação de passes em nossas crianças e jovens. Temos uma participação muito assídua dos jovens na mocidade, que a frequentam já por alguns anos com bastante disciplina, e pensamos na possibilidade de integrá-los na aplicação dos passes. A proposta é prepararmos esses jovens mais efetuando um curso sobre o passe (com a duração que for necessária) e após esse preparo, no dia em que ocorre a Evangelização ter uma equipe de 2 adultos (fixos) e 2 jovens (poderá alternar semanalmente) para aplicação de passes somente aos evangelizandos. Na sua obra "Passe - Seu estudo, Sua técnica e Sua prática" explica bem o incoveniente de termos crianças aplicando passes (e com menor ênfase, os adolescentes). Nesse caso gostaríamos muito de poder conhecer a sua opinião a respeito…

Resposta: O adolescente, em minha forma de ver, não deve ser "passista regular e fazendo doação magnética de forma constante e intensa", mas isso não quer dizer que ele não possa ser passista, ainda mais quando para fazer uso de fluidos sutis e pouco densos em aplicação em crianças. Desde que não haja abuso no uso, concordo com tua proposta e acredito que seja uma excelente solução.




43- Um magnetizador falou que se a pessoa estiver se submetendo a um tratamento magnético ela não pode receber o passe em outra instituição, levando em consideração que este passe não seja de tratamento magnético. Isso procede?

Resposta: Depende. Se está havendo um "tratamento magnético", especialmente se de enfermidades associadas a depressão ou no caso de "fadiga fluídica", a pessoa só deveria receber passes magnéticos por quem soubesse agir tal como deve ser, pois se trata de situações em que o paciente, de forna natural, é "sugador" e isso faz com que o impulso do magnetizador seja de doar e concentrar energias, o que só aumentaria o bloqueio, o qual as técnicas apropriadas estariam tentando aliviar e tratar. Nesses casos, não convém mesmo ficar recebendo passes fora. Mas existem situações menos graves em que não se poderia ser tão rígido. O bom-sendo e o conhecimento definiriam cada caso.




42- Sou espírita, estudiosa do espiritismo e gostaria de saber se há algum impedimento em dar passes por estar fazendo uso de remédio homeopático, o qual tem álcool como conservante. Deveria suspender o uso no dia anterior e no dia em que administra-se o passe?

Resposta: Não, não há problema entre o uso do homeopático com a aplicação de passes. A quantidade de álcool ali é mínima. Contudo, em se considerando uma precaução, talvez devesse ser evitado ingeri-lo muito próximo ou durante o período em que está aplicando. Por fim, como tão bem nos ensina a Doutrina Espírita, em tudo o bom sendo!




41- Sou trabalhadora da uma Casa Espirita de minha cidade e gostaria de saber se o passe pode ser feito em asilos, hospitais, residências, onde haja necessidade? Se sim poderá ser aplicado por um único passista?

Resposta: Existe um livro, cujo autor é Marcelo de Oliveira Orsini, publicado inicialmente pela Fraternidade Irmão Glacus, de BH, que trata exclusivamente de atendimento fora da Casa Espírita. Sugiro sua leitura. Mas a minha opinião é que é possível sim aplicar passes fora da Casa Espírita, e que também pode ser aplicado por uma só pessoa, apesar de o mais conveniente e seguro é estar em equipe de pelo menos duas pessoas.




40- O Centro Espírita que frequento aqui tem duas salas; numa são aplicados os passes coletivos, após as reuniões públicas; na outra são aplicados aqueles em pacientes em tratamento. Nessa segunda sala eles trabalham em grupo, sendo duas pessoas para aplicar o passe num paciente e outras duas ficam por traz para darem sustentação. Esse tipo de tratamento, para pessoas em depressão, está correto?

Resposta: Na minha forma de ver essa questão, não concordo com tal procedimento para os casos de depressão e correlatos. Como ao depressivo, especialmente em início de tratamento, devemos evitar toda e qualquer concentração de fluidos, imagina o que pode acontecer quando temos dois ou mais magnetizadores fazendo doações diretas? Por precaução sugiro que não se use esse método.




39- Como sabemos que as moléculas da água sofrem alterações no seu estado natural quando resfriada, indagamos o seguinte - depois da água fluidificada pode o paciente a qualquer tempo e a qualquer hora, quantas vezes julgar necessário, colocar e retirar a água da geladeira? Como o resfriamento altera as moléculas, uma vez que elas tendem a estarem mais condensadas, altera a energia depositada ali pela equipe espiritual e/ou passista?

Resposta: Quando, no livro O Passe, falei da água magnetizada, praticamente criei um neologismo, falando das psi-moléculas dela quando magnetizada. E fazia sentido, pois não sabíamos, comprovadamente em laboratório, até que ponto as moléculas se alteravam por conta da ação magnética, mas é bastante evidente que algo mais sutil ali se estabelece, deduzido por seus efeitos. E, dentre esses efeitos, muito se "materializam" mesmo, afetando, de fato, as moléculas, daí advindo alterações na cor, no sabor, na consistência, na viscosidade, enfim, na parte física da água. Essa parte física pode sim agir e reagir a efeitos físico-químicos, mas a parte mais sutil só é afetada por ação igualmente sutil, onde os efeitos fisico-químicos não são tão evidentes. Ainda assim, mesmo com mudanças moleculares físicas, nem tudo muda só porque mudou o estado; a própria água segue sendo água, ainda que sob a feição de gelo ou vapor. Que o resfriar ou o aquecer altera a disposição das moléculas da água isso é verdade, entretanto não há qualquer evidência de que o potencial magnético ali estabelecido se altere nesa mesma proporção e/ou direção.




38- Sou trabalhadora espírita há algum tempo. Entretanto, ontem à noite, após o trabalho de apometria, fui para casa com um certo tipo de sensação de falta de ar e dificuldade para respirar. Tenho a sensação de que a respiração pulmonar não é suficiente para repor minha energia. Parece que enchia os pulmões e não era o bastante para me restabelecer. Pensei que acordaria melhor, entretanto acordei com a mesma sensação. Também trabalhei na segunda-feira dessa semana com passes, algo que não fazia há alguns anos. Em minha meditação diária hoje pela manhã recebi a intuição de inspirar pelo nariz e realizar a respiração profunda e diafragmática. Parece que está ajudando um pouco. Você pode me explicar melhor o que pode ter acontecido? Seria uma fadiga fluidica com desequilibrio do chacra cardíaco? O que posso fazer para melhorar e evitar que isto ocorra outra vez?

Resposta: Vejamos o que posso te dizer. 1- Particularmente não trabalho com apometria, daí não me sentir abalizado para dar opinião a respeito do que pode ou não ocorrer em suas práticas. 2- Allan Kardec recomendava que sempre examinássemos todas as possibilidades orgânicas e fisiológicas antes de apontarmos ações ou interferências espirituais ante o que nos ocorre fisicamente. O meio espírita, entretanto, nem sempre tem agido com essa prudência kardequiana, portanto arremetendo quase tudo a aspectos ou envolvimentos espirituais quando é notório que podem ocorrer outros fatores. Por exemplo: essa sensação a que te referes pode ter muitas origens fisiológicas, tais como extra-sístoles cardíacas, reações alérgicas no sistema respiratório, tensões psicológicas promovendo descargas de hormônios inadequados... Portanto, o ideal é que em continuando o quadro ou ele se repetindo com frequência, busque-se um profissional que possa examinar o fenômeno e tomar as providências cabíveis. Não sendo detectado nada, aí sim se teria uma possibilidade mais próxima de ser um ‘sub-produto’ de ação espiritual. 3- A respiração diafragmática, nesses casos, independente da origem do teu problema -- fisiológia ou espiritual -- ajuda sobremaneira; optaste bem por fazê-la. 4- Não sei quanto ao desgaste na sessão de apometria -- como falei acima, não sei como são os procedimentos lá --, mas o fato de estares muito tempo sem aplicar passes e teres feito tal aplicação pode sim gerar fadiga fluídica, a depender do quanto doaste, seja em quantidade de passes ou em "volume fluídico" trabalhado. Nesse caso, tendo havido fadiga fluídica, o ideal é que te façam muitos passes dispersivos gerais, em todos os níveis, e te abstenhas de doações fluídicas até que te sintas completamente recuperada. Lembre-se que, para tais casos de fadiga fluídica, a água magnetizada especificamente para tal é indispensável. 5- Na suposição de tudo ser subproduto de doação fuídica, para que não volte a acontecer essa descompensação, procure reconhecer-se, sentindo e portando-se dentro de seus limites, os quais podem ir sendo ampliados, mas gradativamente e não de forma abrupta.




37- Em um passe geral que fiz usando concentrados e dispersivos ao longo de vários pontos de uma pessoa, tive oportunidade de contar com a vidência de um companheiro. Conforme o chakra onde eu estava aplicando o passe na pessoa, buscava pensar em energias de meu respectivo chakra. O vidente viu mudanças de tonalidade de energia conforme eu ia mudando os pontos de passe e, consequentemente, mudava meus pensamentos.

Resposta: Tua experiência aí deixa claro que conforme nos posicionamos podemos sim interferir no tônus e na qualidade dos fluidos que emitimos. Como início de exercício esse caminho é razoável, mas no futuro perceberás que não será preciso pensar em ativar esse ou aquele centro vital e sim dirigir o pensamento e a ação magnética de forma segura e confiante e isso produzirá resultados ainda melhores.




36- Quando estamos realizando um tratamento magnético em um paciente, dependendo da necessidade, poderíamos utilizar calmantes em um C.V. e ativantes em outro? Uma passista experiente diz que quando está aplicando passes às vezes sente a intuição de posicionar as mãos bem perto de um C.V., e que ao mesmo tempo, sente que em outro C.V., mesmo que ela queira se aproximar, ela sente uma intuição de se afastar. Disse ainda que sempre sentiu essas intuições, mas que, por não ter o conhecimento teórico do Magnetismo (o que agora estamos desenvolvendo), ela só agora está começando a entender essas coisas. Eu lhe disse que minha impressão é de que sim, mas que a aplicação de técnicas mistas e múltiplas precisarão ser estudadas e aprofundadas, o que se daria quando já tivéssemos dominado as técnicas básicas e que, certamente, com a prática, no futuro estaremos habilitados a fazer isso. O que você me diz?

Resposta: Sua opinião está correta. Pode-se sim utilizar passes diferentes em zonas e locais diferentes a uma só vez; só que isso não deve ser tido como regra geral para todos os magnetizadores, já que as reações sendo diferentes, isso pede que o magnetizador saiba exatamente o que fazer e como proceder em cada ponto. Uma observação adicional: o que normalmente se chama de “intuição” em meio a ações magnéticas, na maioria das vezes não passa de dupla-vista, esse fenômenos que o meio espírita vem desprezando seu estudo e negligenciado em seu aprofundamento há mais de um século e meio.




35- A teoria diz que quando o Magnetizador está perto do paciente, o passe é ativante, pois ele atua mais na base do vortex do C. V. e, ao contrário, quando ele está distante, o passe é calmante, pois ele atua mais na borda do vortex. Foi então perguntado porque que assim o é e se isso teria alguma relação com a frequência do C.V. Um amigo engenheiro nos disse o seguinte: Quando temos dois pontos girando ao redor de um mesmo centro, independente da distância que eles estejam do centro, se eles estão "conectados por uma "linha" por exemplo", a frequência dos dois pontos é a mesma. Da mesma maneira que uma pessoa localizada na superfície da Terra e um satélite de comunicação, localizado na atmosfera da Terra. A diferença seria no espaço percorrido. O satélite, por estar muito mais afastado do que a pessoa, percorreria uma distância muito maior do que ela, mas a frequência dos dois seria a mesma, pois ambos gastariam as exatas 24 horas p/ dar uma volta no planeta. E se gastam o mesmo tempo, a frequência é a mesma. Até aí, tudo faz sentido. Entretando, se isso é verdade, algo que esteja na base do C.V. teria a mesma frequência que algo que estivesse na sua borda. Se, através desse axioma, a frequência é a mesma, independente da distância em que os pontos estejam, o que é que determina a diferença entre ativantes e calmantes? Certamente não seria a frequência, uma vez que ela independe da distancia.

Resposta: Quando faço seminários explico isso. Como o fluido não entra no centro de forma vertical e sim no vetor e no sentido do giro, quanto mais distante o fluido é "depositado", mais "longo" é o percurso por ele percorrido e é exatamente isso que "produz" uma "absorção diferenciada", muito embora tenha sim a mesma frequência. Essa é a forma que eu explico e sinto; é possível que outras explicações existam, mas o mais valioso é que se aplicado perto, o fluido é absorvido com uma "intensidade" e se é absorvido distante a "intensidade" é diferente (mais "suave"). E, retomando o que foi colocado pelo engenheiro, os satélites cumpririam a jornada em derredor da Terra no mesmo tempo sim, mas se dois satélites estiverem em alturas diferentes e ambos “caírem”, o que está mais perto chega primeiro – e essa é a analogia mais pertinente para a explicação do que pretendemos com a estruturação dos campos ativantes e calmantes.Desculpe tantas aspas, isso é porque as palavras que estou empregando não são exatas, apenas passam o sentido que pretendo transmitir.




34- Com relação à desarmonia do CentroVital. O que significa dizer quando um C.V. está desarmonizado? Seria quando sua freqência está maior ou menor do que o ideal?

Resposta: Tanto pode ser com a frequência fora de seu padrão de harmonia como por outros motivos (esses motivos também podem produzir a mudança de frequência) tipo: congestão, supressão excessiva, falta de conexão com outro centro (nadis obstuídos), etc.




33- Estamos tentando trabalhar aqui somente o primeiro nível do tratamento para depressão. (esplênico)
O segundo nível (Gástrico e Cardíaco)
O terceiro nível (cérebro)
Na demonstração que você fez do primeiro nível (num seminário que participei), eu contei todo procedimento.
Observação minha:
Os níveis da terapia da Depressão não seguem necessariamente os centros vitais que indicastes.
1 – Tato
2 – Dispersivo perto ( 3 )
3 – Transversal cruzado no esplênico ( 7 )
4 – Dispersivo perto ( 4 )
5 – Transversal cruzado perto ( 6 )
6 – Dispersivo perto ( 4 )
7 – Transversal cruzado começa perto e afasta ( 5 )
8 – Dispersivo longe ( 4 )
9 – Transversal cruzado longe ( 4 )
10 – Dispersivo longe ( 3 )
11 – transversal cruzado longe ( 2 )
12 – Dispersivo começa perto e afasta ( 4 )
13 – Tato
Tudo isto levou apenas 55 segundos.

Resposta: Honestamente, não tenho idéia de onde você tirou esses tempos. Se foi de uma demonstração que faço, foi apenas uma demonstração que envolvia movimentos e não o tempo real de atendimento, pois costumo gastar, no mínimo, 10 minutos ao todo. Contudo, para se fazer uma boa aplicação do TDM-1 leva-se, pelo menos uns 12 minutos. Por isso que acho que alguma coisa não foi bem entendida dentro do que fiz ou escrevi. Outra coisa, a forma como descrevestes os movimentos-ações não estão tão bem descritos como se pode perceber em meu livro A Cura da Depressão Pelo Magnetismo. Sugiro que releias e tome o que ali está como base.




32- No dia de desobsessão, estamos fazendo assim: é colocada a cadeira no meio da sala, fica um médium atrás e outro na frente do paciente, começa o passe com dispersivo no umeral, transversal cruzado no coronário pelo médium que está posicionado atrás; quando termina, o médium que está na frente faz dispersivo geral, transversal cruzado no esplênico, concentrado ativante, concentrado calmante, dispersivo geral. Tem dado um resultado muito bom, mas está correto? Pode dois médiuns tratar o mesmo paciente, embora não seja simultâneamente?

Resposta: Não tenho condições de julgar se está correto ou equivocado o procedimento, contudo sempre digo que não existe um padrão único para todos os casos. Os magnetizadores podem atuar sim em duplas, desde que cada um faça sua parte a cada vez, sem que haja uma simultaneidade; isto porque há uma quase imperiosa necessidade de se estabelecer relações magnéticas com os pacientes e o trabalho em dupla gera prejuízos nesse sentido. Outro ponto é que se está dando certo isso deve ser confirmado e, depois, confrontado com outros modelos, pois nada há que não possa ser melhorado.




31- Com base nas fichas, relatadas pelos próprios pacientes, poderemos dar alta magnética?

Resposta: Claro que sim. Mas fica mais seguro se a essas fichas se associar as informações dos magnetizadores. Daí ser imprescindível que, pelo menos nos tratamentos propriamente ditos, existam fichas de anotações e avaliações, com todos os "retornos" possíveis, tanto dos pacientes como dos magnetizadores – e outros, se houver.




30-Como podemos saber o término do tratamento, quando ainda não temos o tato magnético bem desenvolvido para sabermos se está tudo ok?

Resposta: Primeiro que tudo, fica explícita a necessidade de se avançar na melhoria desse tato-magnético. Depois de se conhecer cada caso e se contar com pessoa ou equipe responsável pelas avaliações, os critérios naturalmente pedirão consistencia e coerência. Pode-se ainda recorrer a indicações espirituais, mas o risco aí é a falta ou pouca segurança de médiuns em saber o que é espiritual superior, inferior ou mesmo apenas ilações pessoais. Enfim; Kardec tinha total razão quando nos recomendou o estudo e a experiência, tudo aliado ao bom senso.




29-Quantas vezes por semana devemos tratar os pacientes? Aqui trabalhamos, de segunda a sexta, com estudos e passes, exceto às quartas, quando ocorre o trabalho de desobsessão.

Resposta: Desculpe-me pela repetição, mas cada caso é um caso, pois são muitas as variantes. Em tese, se qualquer atendimento magnético puder ser diário será ótimo, mas isso quase nunca é possível; se for um dia sim outro não, também costuma ser de boa medida e com resultados muito positivos. Mas o que é muito importante é que haja uma regularidade nos atendimentos e que o tempo do passe (de cada sessão individual) seja bem de acordo com a necessidade da terapia. No meio espírita temos sido muito parcimoniosos nesse quesito, quando muitos tipos de enfermidades ou problemas pedem passes muito mais demorados do que o habitual.




28-Tem que ser sempre o mesmo médium para cada paciente?

Resposta: Novamente chamando de magnetizador, isso depende do que se pretende com o tratamento. Se o paciente tem boa ou ótima afinidade fluídica com o magnetizador a manutenção do par poderá contribuir, noutros casos poderá deixar de ser conveniente. Mais uma vez, cada caso é um caso.




27-Quantos pacientes o médium pode atender por dia para o tratamento?

Resposta: Primeiramente, prefiro não chamar passistas de médiuns e sim de magnetizadores. Estes, em suas possibilidades e potências, teem variações, de forma que só mesmo a prática e a observação podem determinar o quanto pode cada magnetizador. Ademais deve ser considerado também os problemas que estão sendo tratados e as necessidades fluídicas de cada um. Bem se percebe que não dá pra se ter um número definitivo e genérico para todos os casos, ainda que tratados de forma agrupadas.




26-Pode ser aplicado transversal cruzado no coronário, nos passes comuns? (sem ser no tratamento)

Resposta: Não vejo nenhum motivo para sua proibição de forma tão genérica. Se houver algum caso em que não seja recomendado será por motivo de cuidados pontuais e específicos. Apesar do coronário ser um centro muito especial, por ser o mais nobre de todos, isso não o interdita de que sobre ele façamos o que seja necessário. Todavia, como em tudo e em todos os centros, a sabedoria sobre o que se faz é sempre boa companheira.




25- Alguns passista magnéticos estão sentido cansaço; um reclama de dor nas costa, após o termino da reunião. O que pode estar sucedendo?

Resposta: Pode ocorrer muitas coisas. A primeira é má postura mesmo. Outra, ainda fisiológica, é o chamado "peso do dia" ou "peso do corpo".




24- O que é passe de impacto? Não encontrei no Manual do Passista.

Resposta: Em vez de passe de impacto eu chamo uma determinada técnica de imposição por impacto. Trata-se de uma imposição que atinge todos os níveis do centro vital em atendimento (ativante, médio e calmante). Aplica-se assim: eleva-se ou distancia-se a mão que vai aplicar a técnica do centro vital do paciente, na linha imaginária que segue do centro vorticoso, de forma perpendicular, até a distância de aproximadamente 1 metro e arremessa-se a mão na direção do corpo do paciente, seguindo a linha perpendicular que falei. Isso é feito de forma rápida, quase violenta, como se fosse ser dado um grande tapa no local do centro vital. Como a mão, a rigor, não sai da linha do centro vital, ele é, por isso mesmo, uma imposição, logo uma técnica concentradora, e como ela atinge, de forma brusca e intensa, o centro vital em todos os níveis (do calmante ao ativante) ele é impactante e costuma ser muito útil em casos de descongestionamento.




23- Acompanho suas palestras e seus livros já há algum tempo e gosto muito de suas colocações sobre o Espiritismo e Magnetismo, notadamente quando destaca que ambas são ciências irmãs. Acredito muito no Magnetismo como chave para entender a vida. Eu sou médica e quando levamos o magnetismo para a medicina entendemos muitas coisas que de outro jeito não teriam explicações. Bem, eu gostaria de saber se há algum trabalho dentro do magnetismo que ajude no tratamento para engravidar. Tenho endometriose e estou lutando há 7 anos para ter um filho, entre cirurgias e medicamentos. Fico-lhe muito grata pelas suas informaçoes. Bem, eu gostaria de saber se há algum trabalho dentro do magnetismo que ajude no tratamento para engravidar. Tenho endometriose e estou lutando há 7 anos para ter um filho, entre cirurgias e medicamentos. Fico-lhe muito grata pelas suas informaçoes.

Resposta: Os problemas de endometriose são bem conhecidos pela Medicina, especialmente no que diz respeito ao seu diagnóstico, mas as providências para superar seus efeitos ainda não estão todas tão bem resolvidas como seria de se esperar. Como o Magnetismo também só de pouco tempo pra cá voltou a se envolver, de forma mais direta, com a pesquisa e o aprofundamento de seus efeitos, muito pouco se tem a oferecer sobre uma infinidade de problemas fisiológicos. Mas no caso da endometriose algumas lições já podem ser bem deduzidas. Como esse mal é, em tese, um processo inflamatório, as técnicas magnéticas concentradoras ativantes, intercaladas por dispersivos ativantes, são apontadas como ponto de partida para a busca das soluções nessa área. Todavia, tudo indica que nesse processo inflamatório existam desarmonias não só fisiológicas, mas também fluídicas. Nesse caso, precisa que seja detectado "de onde parte a origem ou o comando desestruturador” a fim de reordená-lo. Um bom tato-magnético ou uma segura dupla visão em muito contribuirá nesse sentido. Teorizando mais um pouco, tanto esse processo de desestruturação fluídico pode estar orginado no centro vital genésico como no esplênico ou, ainda, no básico. As investigações que se devam fazer devem caminhar por aí. Caso encontres quem te ajude com essas sugestões, peças que anote as séries feitas e suas consequências, pois esse problema, se bem resolvido, pode abrir novos horizontes para um enorme contingente de mulheres que sofrem do mesmo mal. Espero ter ajudado e que encontremos boa solução.




22- Sou iniciante no Espiritismo, mas fiz duas etapas de curso de magnetismo com o Jacob, em Ipatinga/MG. O problema é: tenho um irmão que realizou transplante de rins há alguns anos. Por isso, qualquer outra doença que se manifesta nele tem que ser tratada com muito critério. Há mais de um mês ele vem lutando contra uma HERPES DE ZOSTER, que não quer ceder por nada (ele está tomando medicamentos). Uma equipe de visita a enfermos do Grupo Espírita que frequento o tem visitado, uma vez por semana, e aplicado o passe. Porém o resultado é pouco satisfatório. Uma perna e um pé dele estão totalmente inchados e inflamados e ele diz que dói muito e fica dormente. Gostaria de perguntar o seguinte: como deve ser o passe a ser aplicado nele? com qual frequência e duração?

Resposta: Obrigado por escrever e expor o problema.

Infelizmente, assim como nem todo espírita tem estudado o Magnetismo com a seriedade devida, nem todas as doenças encontram, ainda, solução bem definida por esse caminho, o do Magnetismo.

Graças a Deus, hoje já é bem maior o número de pessoas que veem se dedicando ao estudo dessa ciência e se continuar na marcha que vai, creio que em mais 20 ou 30 anos teremos boas respostas para muitas indagações, especialmente no campo da terapia de certas morbidades e patologias.

No caso da Herpes a que te referes (Zóster), ainda não temos nenhum estudo magnético específico sobre, mas podemos fazer alguns exercícios teóricos. Vamos lá:

1- Tratando-se de algo que ataca os nervos e que é de origem virótica, essa herpes tem sido considerada por muita gente como auto-imune - e isso costuma ser interpretado como "viva e conviva com isso pro resto de sua vida".

2- Por apresentar vesículas e feridas, costumamos tratá-las (ou tentar) de forma local, o que dificilmente resolverá a questão, a não ser no que diz respeito ao "fechamento" das mesmas em menor tempo.

3- Sendo provocadora de dores, também se busca muito superá-las ou suprimi-las, como se isso fosse suficiente.

De posse dessas reflexões podemos deduzir o seguinte:

1- trata-se de doença sistêmica e não pontual.

2- pode-se tratar os pontos, mas não só eles.

3- sendo ou estando o vírus instalado nalgum(ns) nervo(s), precisa-se detectar onde está o vírus e vencer o mal tanto no nervo matriz como no foco nervoso.

Assim, sugiro:

1- que alguém com bom tato-magnético busque localizar o foco no(s) nervo(s) responsável(eis).

2- trate o vírus como quem trata de um câncer, ou seja: magntismo super concentrados (pode ser por imposição, circulares ou mesmo sopro quente) intercalados por dispersivos. Numa primeira fase faça-se isso apenas na forma ativante (perto); depois de observadas as primeiras reações (após umas 10 sessões) experimente-se fazer também o mesmo procedimento com calmantes (mais distantes). – Esse procedimento pode ser feito diariamente ou, no mínimo, um dia sim outro não.

3- Por essa doença ser mais forte ou violenta em pessoas com deficiências imunológicas, deve-se cuidar do centro esplênico com muita consistência, já que ele é o principal responsável pela imunologia humana. Trate-se esse centro com mistos de dispersivos e concentrados, em todos os níveis.

4- Para um indispensável reforço, magnetize-se a água para ingestão diária em um mínimo de 6 doses por dia. Essa magnetização deve ser feita de forma mais demorada que o convencional (5 minutos no mínimo).

5- Para eventual alívio de dores, pode-se usar leves e rápidas imposições no gástrico e no frontal, sempre intercaladas com dispersivos localizados. Essas imposições costumam ser ativantes (bem próximas do corpo), mas sempre convém fazer também a média e maior distância (30 e 70 cm mais ou menos).

Considerando ainda o caso específico de teu irmão, pode ser feito ainda:

1- Passes longitudinais nas pernas, tanto próximos como a meia-distância, sempre com dispersivos intercalados.

2- Os rins dele estão pedindo ajuda. Isso tanto pode ser dado via esplênico como diretamente sobre os rins. Para o caso mais direto convém que quem o faça tenha boa sensibilidade para não sobrecarregá-lo.

3- Lembro ainda que muito energia depositada sobre os rins pode sobrecarregar o fígado, daí ser interessante após concentrar e dispersar os rins fazer o mesmo sobre o fígado e sobre o esplênico.

O que posso sugerir é isso.

Caso seja feito esse procedimento, por favor, mantenha-me informado, para futuras avaliações e melhores análises




21- Fiz o curso de passe na casa espirita que frequento em Belo Horizonte/MG. Comecei a aplicar passes, no primeiro dia que apliquei, duas pessoas tiveram manisfestações e quase deram passividade, fiquei um pouco assustada, pois achei que tinha transferido algo para a pessoa. É possivel eu transferir alguma energia "ruim" para a pessoa que está recebendo o passe? Continuei o trabalho e na outra semana apliquei novamente passes, só que me senti muito mal no dia seguinte, sem energia, logo após fiquei gripada, com a garganta fechada e custei a me recuperar. Quero muito trabalhar, fazer esta doação, mas acho que estou fazendo algo errado ou não estou sabendo repor minha energia. Sou muito ansiosa também, isso pode prejudicar o trabalho? Não é aconselhavel que eu dê passes?

Resposta: Sem querer generalizar, infelizmente muitos cursos de passes são muito teóricos e, sem que se tenha um bom período de treinamento e experimentações práticas, por mínimo que seja, logo se dispõe o "estudante" ante uma prática, a qual sempre traz dúvidas, surpresas e dificuldades. O pior é que só raramente os instrutores se dispõem a analisar e pontuar os fatos que pedem base e explicações para que se cresça nesse mundo magnético com a segurança devida.

Como não sei o como foi teu curso não tenho como opinar devidamente, entretanto posso te dizer algumas coisas básicas:

1- Usualmente, quando fazemos imposições (concentrados) em pacientes propensos a manifestações mediúnicas isso aumenta a possibilidade do fenômeno ocorrer;

2- Não são inoculações de fluidos "ruins" que promovem as psicofonias e sim os chamados "estados alterados" no paciente/médium, ampliados pelas captações fluídicas vindas dos magnetizadores;

3- Quando se tem um paciente com propensão à manifestação mediúnica e queremos evitar que tal se dê, fazemos passes dispersivos quase que exclusivamente, pois estes atenuam os potenciais magnéticos dos pacientes/médiuns;

4- De forma particular, em teu caso tudo leva a crer que és portadora ou de um potencial magnético vigoroso ou de uma forma muito ostensiva de doação; isso combinado deve ter levado às duas situações propostas, ou seja: com muita doação de tua parte o paciente absorveu muitos fluidos e isso o levou à incorporação; e em ti, com essa perda excessiva, podes ter chegado a uma fadiga fluídica (leia em um dos meus livros acerca desse fenômeno);

5- Não basta fazer um curso de passes para se ter a capacidade ideal para aplicar-se passes; uma boa prática, devidamente acompanhada, se faz imprescindível;

6- Existe uma regra áurea em magnetismo prático: "na dúvida disperse", ou seja, não concentre;

7- Por fim, bons exercícios de respiração diafragmática são elementos de bom uso tanto para a recuperação de perdas, como para fazer diminuir o excesso de doação durante uma aplicação de passes.

É isso.




20- Sabemos que não devemos comer carne 24hs antes da aplicação do Passe ou numa Reunião Mediúnica. Nossa companheira esqueceu que era dia de trabalho e comeu um pedaço de carne, sem a intenção. Queria faltar a reunião, mas pedi que não faltasse e que ficasse somente na sustentação, em preces. Ela se ausentou, achando que atrapalharia o trabalho e a Espiritualidade. O que você me diz a respeito disso? Qual a melhor atitude quando acontecer algo assim: Faltar a reunião ou ficar somente no apoio?

Resposta: Sejamos coerentes: a carne atrapalha sim, pois é alimento muito denso e sua digestão gera elementos que complicam no momento da usinagem fluídica (produção e exteriorização dos fluidos magnéticos). Mas é preciso considerar outros fatores: a quantidade ingerida, a regularidade com que é servida como alimento, o tempo que antecedeu a prática, a real necessidade do passista, enfim, o bom senso deve ser muito bem considerado nisso tudo. Assim, o ideal seria aproveitar o melhor possível a passista; fosse numa chamada 'sustentação', fosse até como aplicação mesmo. Mas, se tiver havido excessos -- por exemplo, uma churrascada -- aí o melhor é evitar-se mesmo.




19- Estava iniciando o Passe numa senhora e senti um gosto estranho na boca, era como se eu tivesse tomada um remédio forte, um antibiótico ou anti-inflamatório. Do início ao fim do Passe. Quando fui ministrar o Passe num jovem, o mesmo aconteceu. Naquela noite, somente foram em 2 pacientes.

Resposta: Apesar de não existir muitos relatos acerca disso, o fenômeno é mais comum do que se imagina. Está, de certa forma, dentro do amplo espectro da 'dupla-vista', tratada por Allan Kardec em toda sua obra. O que se dá é que enquanto se estabelece a relação magnética entre magnetizador e paciente, as sensações, seja entre eles apenas ou na percepção dos campos energéticos envolvidos na terapia, ficam 'à flor da pele' e aquele que tiver melhor dupla vista perceberá coisas inapreensíveis por quem não tem. Como todo fenômeno anímico, ele pode ser constante, esporádico ou circunstancial.




18- Você poderia dar uma orientação do procedimento ideal nesse caso: existe paciente que dá passividade e/ou está sob jugo ou influências espirituais e isso geram alterações comportamentais, sejam físicas ou mesmo na fala (sob influência espiritual) no momento do passe. Como o magnetizador deverá proceder nestes casos?

Resposta: Caso o que se queira no passe é não permitir a manifestação espiritual, então deve-se falar com o paciente incentivando-o a respirar normalmente, a abrir os olhos e a reagir conscientemente, enquanto isso se aplicam vigorosos passes transversais no umeral ou sobre o frontal. Terminada a ocorrência, reforce-se o quadro de superação com mais transversais no umeral, inclusive nos níveis calmantes, e conclua-se fazendo alinhamento geral em todos os níveis. Mas se o que se pretende é o envolvimento de fato, então o procedimento é o inverso: concentrem-se ativantes e calmantes no mesmo umeral. Lembrando que, mesmo neste caso, ao final devem ser feitos muitos dispersivos locais e gerais nos vários níveis. É isso.




17- Li seu livro “Cure-se e Cure pelos Passes” – excelente por sinal. No capítulo 20, p 202 (11ª edição), você afirma que indivíduos que fazem uso de remédios controlados e os que atuam sobre o sistema nervoso central não deveriam dar passes. Recentemente sofri minha primeira crise de epilepsia e talvez tenha que tomar remédio pelo resto de minha vida. Minha dúvida é simples, você acha que sou um caso de restrição para ministrar passes?

Resposta: Vou explicar o assunto em dois pontos e deixar uma sugestão.
1- A verdade é a seguinte: muitos componentes químicos dos medicamentos podem ser transitados (do magnetizador para o paciente) através do magnetismo. Se esses componentes implicarem incompatibilidade nos pacientes isso poderá gerar reações indevidas ou inadequadas neles. Infelizmente não sabemos exatamente que componentes são transitados, em que potenciais isso ocorre e em que situações isso é mais ou menos verificável. Sendo assim, por medida de prudência, recomenda-se a abstenção de se aplicar magnetismo quando se está ingerindo determinados remédios. Por outro lado, para se fazer uma pesquisa real acerca dessa possibilidade não haverá outro caminho que seja diferente do se permitir pessoas diversas, ingerindo os mesmos medicamentos, fazerem passes em pacientes mais sensíveis – já que estes dariam uma resposta mais clara dos efeitos. Lógico que, nesse caso, o acompanhamento criterioso e bastante objetivo deverá ser uma constante, pois se trata, literalmente, de uma abordagem técnico-científica.
2- A pessoa (magnetizadora) que se encontre em alguns estados alterados -- orgânicos, psíquicos ou emocionais -- está, só por isso, desaconselhada de aplicar passes, pois há uma regra geral que diz que "só deve passar harmonia quem está harmonizado".
Isto posto, creio que em teu caso seria possível sim aplicares passes, mas deverás ter toda atenção na observação junto aos pacientes a fim de detectar qualquer anormalidade em suas reações. Provavelmente não acontecerá nada de mal, todavia, manda o bom-senso que cuidemos para não sermos traídos pelo descaso.
Sugestão- Pessoas que sofrem de epilepsia, quando em tratamento por passes magnéticos, deve receber bastante perpendiculares, tanto próximo como distanciando aos poucos, lembrando que os perpendiculares, para serem bem eficientes, precisam igualmente envolver o centro coronário (no alto da cabeça) como o esplênico (que repousa sobre o baço, em um ângulo aproximado de 45º em relação aos frontais. Esses perpendiculares devem ser feitos em velocidade rápida, pois são dispersivos.




16- No início da reunião mediúnica temos como procedimento ministrar passes nos médiuns. Como vê esta prática? Algum inconveniente?

Resposta: O hábito de sempre aplicar passes antes de trabalhos mediúnicos tem uma vantagem e uma desvantagem. Vantagem: se o passe for apropriado gerará melhores condições de equilíbrio para o médium, facilitando-lhe o trabalho. Desvantagem: isso gera acomodação ao médium e a observação prática tem demonstrado que os médiuns ficam menos atentos ao comportamento do dia-a-dia, pois "o passe antes da reunião me harmoniza para o trabalho", pensam. O passe deve ser aplicado em quem e quando houver necessidade e não por regra geral. É o que penso; é como ajo.




15- Tenho uma dúvida em relação a um tipo de doação de energia que ministram na Casa em que eu trabalho. A explicação passada acho-a inconsistente. É o seguinte: depois do passe de limpeza e de harmonização, alguns assistidos recebem um passe que chamam de “energia”, com a finalidade de doar uma "carga fluídica" a mais para que a pessoa se sinta melhor, mais disposta... Para isso, o medium segura as mãos do assitido, porque, segundo a direção da Casa, só por esse meio é que o assitido receberá os fluidos magnéticos, e com mais dois méduins se forma uma corrente e assim vai recebendo os fluidos. Eu me incomodo com este tipo de procedimento, uma vez que sempre li que nao se deve tocar no assitido... Minha pergunta: a pessoa tem que receber esta energia só pelas mãos?

Resposta: O procedimento que está sendo indicado em tua Casa já é bem antigo. Logo após Mesmer -- e até mesmo ele -- vários magnetizadores só diziam conseguir estabelecer uma boa relação magnética se envolvessem as mãos dos pacientes nas suas; alguns sentiam necessidade de tocarem/ficarem tocando os polegares deles com os dos pacientes. Com o tempo isso foi vencido e o que hoje chamamos de tato-magnético, sem toques, se mostrou tão ou mais eficiente do que esse modelo. Um detalhe, todavia, merece ser bem destacado: NÃO HÁ trânsito fluídico apenas pelo toque não. Ainda que o toque não seja tecnicamente condenado, não é ele quem viabilizaria a maior ou menor doação/absorção fluídica. Particularmente considero ultrapassada a orientação do toque para reforço energético. Afinal o correto é se receber fluidos e energias pelos Centros que estejam mais diretamente afetados ou correlacionados com o(s) ponto(s) a ser(em) energizado(s).




14- Estávamos ontem abrindo os trabalhos de TDM, quando um dos médiuns questionou se o fato de tratarmos pessoas com depressão, talvez faça respingar alguma coisa nos trabalhadores, ou seja, os trabalhadores correm um sério risco de serem "contaminadas" e se tornem pessoas altamente depressivas. Após o questionamento desse médium, outros 5 trabalhadores fizeram as mesmas perguntas e queixas. Poderíamos preventivamente aplicar passes dispersivos nos aplicadores quando terminarmos o atendimento para evitar essa doença? Você tem alguma estatisitica ou conhecimento sobre isso?

Resposta: Honestamente, não vejo motivos que justifiquem esse cuidado. Na realidade, se formos ter essa preocupação com os passes em depressivos, "todos os casos", de quaisquer problemas que fossem, pediriam idêntica providência. Isso nos levaria a um fenômeno que, nos dias atuais, já é difícil de se corrigir, o dos papa-passes, comum em muitos frequentadores de Casas Espíritas, que dirá se isso se alastra e afeta os passistas? Sendo isso um equívoco junto aos pacientes (que não entendem), o que se diria do mesmo condicionamento nos próprios magnetizadores (que entendem)? Não é sabido de nenhum dos magnetizadores que vêm trabalhando com depressivos, há alguns anos, que tenham "assimilado ou adquirido" desarmonias indutoras a esses estados. Não há, teoricamente, esse risco, ainda mais se todos os dispersivos forem feitos com os cuidados e as intensidades tão bem testadas e definidas.




13- É seguro aplicar passes sem o devido receituário? Podemos aplicar somente os dispersivos e harmonizantes ou devemos aplicar o passe coletivo? Gostaríamos, na medida do possível, da sua ajuda indicando um "passo a passo" para a implantação da fluidoterapia em nossa Casa.

Resposta: O receituário é apenas e tão somente um elemento indicativo de terapia, o qual deve ser tomado como uma referência e nunca de forma absoluta, pois sabemos que existem limites e falhas em tudo. Portanto, o passe pode sim ser aplicado sem o receituário. Para isso é que o Magnetismo -- e o mesmo faz Allan Kardec em suas obras -- nos ensina a desenvolvermos a dupla vista (segunda visão), a qual nos levará a fazermos diagnósticos seguros e bem eficientes. Ainda que os passistas precisem ser preparados e irem se desenvolvendo ao longo do tempo, é melhor buscar desenvolver esse tato-magnético do que ficar dependendo sempre de receituários. Como, em termos de técnicas, os dispersivos são os que oferecem as menores possibilidades de deixarem desconforto tanto nos pacientes como nos passistas, eles podem sim ser aplicados sem receio; isso será sempre muito melhor do que fazer apenas imposição de mãos. Por fim, não tenho muito como indicar um passo-a-passo na implantação de trabalhos de fluidoterapia, mas sugiro que todos os participantes estudem numa mesma base a fim de se sentirem mais seguros e poderem se apoiar um no outro. De meus livros, o mais abrangente (dos que estão em circulação) é o Cure-se e cure pelos passes, mas O Manua do Passista também atende bem a esse propósito. Indico ainda que visite, cadastre-se e divulgue meu site (www.jacobmelo.com), pois ali tem muito material de primeira qualidade, inclusive palestras minhas e partes de seminários que muito poderão ajudar na montagem dos trabalhos que pretendem.




12- Na casa existe uma cultura que a pessoas próximas (familiares, por exemplo), não é recomendado aplicar passes nos seus. Não entendo essa "regra". Faz mesmo sentido?

Resposta: Claro que não faz qualquer sentido essa “regra”, essa recomendação. Veja bem a incoerência: normalmente, quem primeiro recomenda essas coisas sempre diz que "o mais importante de tudo é o amor". Ora: e como fica se quem me ama é meu familiar??? Quer dizer, então, que o amor ficaria em segundo ou em último plano? Outro ponto é que costuma ser feita uma comparação indevida; a um cirurgião não é recomendado fazer uma cirurgia no próprio filho, por questões emocionais fortes e disso se extrapola para a “regra” referida. Ocorre que um passe num familiar não é uma cirurgia aberta e, ademais, é mais do que comum e normal que médicos atendam, com eficiência e prazer, a seus familiares. Portanto o raciocínio acima não se justifica. Por fim, ainda que proíbam, não deverá isso nos afetar, pois não há ninguém nem nada que nos ame mais e seja mais próximos de nós do que Deus, do que nosso anjo de guarda... Já pensou se eles acreditassem nessa regra? Estaríamos perdidos. É isso.




11- Estou escrevendo para saber se você pode me ajudar. É que meu intestino resolveu "fazer greve" e a constipação e a cólica vem me incomodando bastante. O tratamento médico não está fazendo muito efeito e minhas opções não são muitas em virtude do bebê (estou gestante e, portanto, não posso tomar algumas medicações que poderiam resolver). Também não deixei ninguém me fazer tato por causa do bebe (mamãe de 1ª viagem; tudo é cuidado). Se você puder me dá alguma orientação nesse sentido, eu agradeço muito.

Resposta: Olha, tens mesmo que cuidar bem direitinho dessa criaturinha super bacana que vem vindo. Ter pais como vocês são e serão é uma oportunidade e uma bênção impagáveis – e o bebê sabe disso! Sobre teu tratamento tenho a dizer: pode ser feito sim e DEVE SER FEITO. Imagine uma pistola de raio lazer; ela nunca deve ser dirigida sobre algum ponto que não queremos atingir, não é mesmo? O mesmo se dá com o passe numa gestante. Quem for atender teu passe, no teu caso dirigido para a mamãe, deve tratar sobre o dentro gástrico (bem acima do ventre) e até no esplênico, se for o caso. Deve dispersar bem muito, bem muito mesmo, a fim de eliminar os "deságues fluídicos" que o processo bio-morfogenético acarreta no ventre e, muitas vezes, com consequências no sistema digestório e gástrico da mamãe. Nada de temer, pois não se vai atingir diretamente o bebê. O passista sentir onde está a descompensação da mamãe, buscar tratá-la diretamente e dispersar sempre com muita segurança. Mas creio que o excesso desse deságue fluídico oriundo do processo reencarnatório mencionado pode estar precipitando esses desarranjos intestinais. Me permito, todavia, acrescentar uma informação que considero muito relevante. No caso do problema na gestante ser com o bebe e não com a mamãe, deve-se ter um duplo cuidado e se exercer uma dupla ação (lembro que aqui estou apenas me referindo à questão magnética). O duplo cuidado é: a mamãe precisa ser apoiada (costuma precisar de muitos passes dispersivos) para, mantendo-se equilibrada fluidicamente, oferecer o melhor ambiente para o ser reencarnante; o bebê precisa ser sentido como uma criança muito pequena, por isso mesmo exigirá todo cuidado da doação fluídica, a qual deverá ser o mais sutil e refinada possível, pois ele, o bebê, ainda não possui centros vitais de grandes dimensões e, por isso mesmo, filtra apenas “energias” extremamente sutis; as energias mais densas podem congestionar. A dupla ação é primeiro preparar a mãe energeticamente para o passe e, ao final da sessão, harmonizá-la com muitos dispersivos, inclusive os calmantes (distantes do corpo). A outra é: como agir diretamente sobre o bebê; para se tratar magneticamente esses casos (imaginemos um bebê com má formação fetal) é muito importante que o magnetizador tenha segurança, conhecimento das técnicas e de si mesmo. No que for preciso fazer qualquer tipo de concentrado fluídico lembrar-se de fazer de pouco em pouco, sempre intercalando com bastante dispersivos. É isso.




10- Gostaria de saber porque aplicando o Passe em pessoas sentadas, ja aconteceu delas darem um sobressalto, qual seria a razão?

Resposta: Os sobressaltos corriqueiros servem para demonstrar que, de fato, o magnetismo atinge o sistema nervoso das pessoas, apesar de ser grande a resistência por entender essa e outras situações que nos levam a tais ponderações. Quase sempre apela-se para o misticismo, o fantasioso, o sobrenatural – como se Allan Kardec não tivesse tratado do assunto. Veja, na questão 483 de O Livro dos Espíritos (parcialmente transcrita a seguir) é mencionado, num caso específico, a atuação do magnetismo no sistema nervoso. Inclusive, para mim aquela afirmativa dos Espíritos soa como uma verdadeira lei, a qual jamais deveria ter passado dispercebida. 483. Qual a causa da insensibilidade física que se observa em alguns convulsionários, assim como em outros indivíduos submetidos às mais atrozes torturas? “Em alguns é, exclusivamente, efeito do magnetismo que atua sobre o sistema nervoso, do mesmo modo que certas substâncias...”




09- Caro Jacob Melo, sou espírita, conheço um pouco o seu trabalho com o passe magnético, mas me deparei com algo novo do qual não vi em sua obra nem tampouco utilizam essa prática baseada em sua obra, mas sobretudo baseando-se no livro Mecanismos da Mediunidade (André Luiz - Waldo Vieira/Chico Xavier), consiste em aplicar os passes tendo o paciente nas suas mãos um eletrodo (pilha tipo AA ou AAA descarregada, dessas de controle remoto), funcionando como captadora das energias deletérias, gostaria da vossa apreciação acerca desse novo tipo de passe... ao que me consta (a práica é) oriunda de orientação do Espírito (xxx) do (zzz). Quero deixar bem claro o respeito à instituição e ao médium, desejando tão somente esclarecimentos acerca dessa prática nova, da qual ainda não há no meu pobre entedimento, até o momento, enbasamento doutrinário, sobretudo em suas obras.

Resposta: No livro do Chico (Mecanismos da Mediunidade), o único lugar onde é falado sobre eletrodos é o seguinte: "Retomando experiências iniciadas pelo cientista alemão Hittorf, William Crookes valeu-se de um tubo de vidro fechado, no qual obtinha grande rarefação do ar, fazendo passar, através dele, uma corrente elétrica, oriunda de alto potencial. Semelhante tubo poderia conter dois ou mais eletrodos (cátodos e ânodos, ou pólos negativos e positivos, respectivamente), formados por fios de platina, e rematados em placas metálicas de substância e molde variáveis. Efetuada a corrente, o grande físico notou que do cátodo partiam raios que, atingindo a parede oposta do vidro, nela formavam certa luminosidade fluorescente..." Como se observa trata-se da experiência do Sir. Willaim Crookes, a qual não tem absolutamente nada a ver com práticas magnéticas. Pelo que posso deduzir, o que estão fazendo, em se baseando nessa passagem, é uma interpolação indevida e que, portanto, carece de respaldo. Afora isso, não existe nenhuma obra clássica ou definitivamente séria que sugira métodos semelhantes. Confesso: fico muito entristecido quando entidades espirituais, como é o caso narrado por você, propõem essas coisas e, pior ainda, quando seus seguidores não investigam para saber da validade ou não da proposta. É o que eu penso.




08- Nos livros de magnetismo que tenho estudado encontro os autores se referindo à magnetização mental e na obra de Allan Kardec este termo aparece muitas vezes, principalmente quando se refere à prece, dizendo inclusive que esta é a magnetização mais poderosa. Gostaria de saber como seria esta magnetização pela prece. Pois muitos alegam de forma corriqueira que sendo esta a magnetização mais poderosa não precisaríamos dos passes, o que não concordo, mas ao mesmo tempo vejo algo muito profundo que está faltando ser explicado. Por isso, gostaria muito de saber sua opinião sobre este tema. Como deve agir o magnetizador (ou o leigo) para curar através desta prática, ou melhor, como seria esta prática? A aproximidade auxiliaria na emissão fluídica? Há fluido magnético ou simplesmente espiritual nestes casos? Como poderíamos desmistificar este mal entendimento dos textos de Kardec?

Resposta: A magnetização mental, como bem observastes, é um complexo onde não entra apenas a mente e sim a concentração, a vibração e a sintonia num bom referencial superior (oração) e uma certa evocação, quando se pede a presença ou a interferência dos Bons Espíritos. Daí Kardec dizer que a oração é uma auto-magnetização. Porque se fosse apenas um poder mental ficaria estabelecida a completa nulidade da presença dos Espíritos e apenas exercícios práticos já teriam resolvido a questão. Mesmo reconhecendo que muito ainda temos e teremos a fazer, aprender, praticar e ampliar, é notório que nada é tão maquinal como imaginam alguns nem tão "espiritual" como quer a maioria. No texto/coletânea que me enviastes fica muito claro que Kardec colocou em total destaque a prece, não a repetição de frases e/ou palavras e sim todo um estado emocional, condizente com todo o bom senso que deve estar pleno nas orações verdadeiras. Por isso mesmo tem colocações em que ele chama a prece de verdadeira magnetização espiritual. Existe uma séria pesquisa (“As palavras curam” - deve ter mais, porem só sei dessa) em que o orientador (Larry Dossey) considera sejam feitas preces em aberto, ou seja, sem pedido direto; inclusive ele orienta o "seja feita a Vossa vontade", do Pai Nosso. Isto porque a oração tem sua força maior pelo fato dela ser não-local e atemporal, ou seja, tanto pode atender a/em qualquer lugar como pode ir no tempo de antes/presente e depois. E ele está correto. O nosso problema chave na questão é que ainda somos mecanicistas ao extremo, embora desde 1903 e 1905 estejamos metidos numa abordagem científica quântica e relativista. Nossas preces ainda são mais do tipo "me dê isso para que eu veja o que posso dar de troco" do que "seja em mim o que eu sou/fui/serei em me aceitando em ti". Respondendo mais objetivamente tuas últimas questões, posso dizer o seguite: Como deve agir o magnetizador (ou o leigo) para curar através desta prática, ou melhor, como seria esta prática? – Movido por esse espírito de total confiança – em si e em Deus –, compenetrado do que está fazendo (bem focado, como se usa atualmente) e tendo firme vontade ou ardente desejo de fazer o bem. A aproximidade auxiliaria na emissão fluídica? – Em alguns casos específico a proximidade é fundamental, mas quando a ação é à distância o que se explica na questão anterior deve ser ainda mais firme e seguro. Há fluido magnético ou simplesmente espiritual nestes casos? – Há os dois, lembrando apenas que por fluidos espirituais não se deva entender diferente do que propõe a base da Codificação (em A Gênese, de Kardec, em seu cap. 14, item 5 - Não é rigorosamente exata a qualificação de fluidos espirituais, pois que, em definitiva, eles são sempre matéria mais ou menos quintessenciada. De realmente espiritual, só a alma ou princípio inteligente. Dá-se-lhes essa denominação por comparação apenas e, sobretudo, pela afinidade que eles guardam com os Espíritos. Pode dizer-se que são a matéria do mundo espiritual, razão por que são chamados fluidos espirituais). Como poderíamos desmistificar este mal entendimento dos textos de Kardec? – Lendo, analisando, comparando, estudando e experimentando.




07- Estudando as técnicas do passe tenho encontrado as mais diferentes formas de aplicação, desde a simples imposição no coronário, toques no paciente (sei que é possível, mas não recomendado por Espíritos como Emmanuel, por exemplo). Alguns, ao aplicar o transversal, por exemplo, o iniciam com as mãos no centro do chacra e movimentam as mãos meio fechadas, como se estivessem abrindo uma cortina e só a abrem ao final do movimento... outros, já o fazem com as mãos espalmadas ou na posição digital e só a fecham no final do movimento, para retornar à linha central dos chacras... enfim, fico na dúvida sobre as técnicas corretas e como me embasar para ter firmeza de que a forma como estou fazendo os movimentos é a forma correta. Onde posso encontrar essas informações de forma clara? Há alguma obra que transcreva as técnicas testadas pelos antigos magnetistas e que coincidem com as aplicadas hoje? Como você aprendeu as técnicas que utiliza? Em que obras se baseou?

Resposta: Respondendo ao que colocas, eis minha opinião e sugestões. No Livro dos Espíritos, questão 556, e no Livro dos Médiuns, cap. 8, item 131; cap. 14, item 176; e cap. 17, item 206, tanto Allan Kardec como os Espíritos falam sobre o toque (chamado de contacto) e em nenhum momento há qualquer desabono à prática. Respeitável a opinião do Espírito Emmanuel, especialmente se tomada como recomendação de prudência, mas ele mesmo disse que se ele estivesse em desacordo com a base trazida por Allan Kardec poderíamos deixar a opinião dele (Emmanuel) de lado e seguir com Kardec; nesse caso, eu sigo essa sugestão e fico com o mestre lionês. - A propósito, em meu livro REAVALIANDO VERDADES DISTORCIDAS comento sobre essa questão do toque e relembro todas as citações acima. Transversais: a teoria do Magnetismo ensina que se abre as mãos sobre o ponto sobre o qual se deseja dispersar e leva-se as mesmas abertas até o final do percurso, retornando com elas fechadas, a fim de se evitar possíveis congestionamentos energéticos. Há quem abra com as palmas (os chamados palmares) voltadas ao ponto e outros para ali dirijam os dedos (digitais). Existe ainda os que cruzam as mãos antes do movimento (transversal cruzado); mesmo neste caso, as mãos devem cumprir o mesmo movimento; abrem-se quando se inicia o movimento e retornam fechadas. Essa técnica é muito bem apresentada por Michaelus, em ‘Magnetismo Espirtual’, publicado pelo FEB, assim como em meus livros (O Passe; Manual do passista; Cure-se e cure pelos passes; e A cura da depressão pelo Magnetismo). E eu me baseei tanto em Michaelus como noutros autores, mas tudo que li, estudei e repasso referendei por minha vivência prática, que hoje chega a 45 anos como magnetizador. Infelizmente, não existe nenhuma obra que tenha resumido as técnicas clássicas. Acredito que quem melhor trata do assunto, em nosso idioma, são meus livros.




06- Eu gostaria de saber se nós podemos deixar a câmera de passes já preparada com os copos de água!!! Por exemplo: vão passar 4 pessoas na câmera de passes; posso colocar 4 copinhos de agua? Assim que cada paciente for indo embora darei para ele o copo de água? Ou não é conveniete eu fazer isto: deixar os copos dentro da sala!?

Resposta: Veja bem: se a cabine já é destinada para passes, não há qualquer inconveniente em se deixar os copinhos ali. Anoto, entretanto, duas coisinhas: Uma é que convém que alguém encarnado ajude objetivamene na magnetização da mesma; a outra é ter cuidado para o caso de haver poeira ou insetos no ambiente, pois pode contaminar a água, mas esse cuidado deve-se ter em qualquer local e/ou situação. É isso!




05- Lendo o capitulo Uma equipe ideal no seu livro “A Cura Da Depressão Pelo Magnetismo” voce discorre sobre o número de pessoas envolvidas no trabalho. Mas fica para mim uma dúvida, Como seriam atendidos os pacientes? Algumas Casas optam por ter uma maca em que os doentes permaneceriam deitados durante o tratamento. Outros preferem que os pacientes permaneçam sentados. Sempre os magnetizadores ficariam em pé, para melhor desempenho. Você, com sua experiência, aconselharia qual método? deitado o paciente ou sentado confortavelmente?

Resposta: O ideal para se trabalhar com o depressivo é com ele na maca ou numa cama. Por ser um passe que pede muito esforço do magnetizador e ser preciso alguns movimentos bem largos, com o paciente deitado ambos ficam mais confortáveis, o que certamente ajuda no resultado final.Todavia, existem Casas que não aceitam ou não comportam macas, aí aplicam com os pacientes sentados. Não há inconveniente magnético num ou noutro caso (nem mesmo com o paciente em pé), mas os itens "conforto e comodidade" pesam bastante e, por isso, merecem ser bem considerados.




04- Jacob, o que você me diz sobre o passe numa cabine com vários passistas aplicando fluidos de uma só vez num mesmo paciente?

Resposta: Essa questão é muito corriqueira, apesar disso, as pessoas ou Casas envolvidas costumam trazer respostas simplesmente no “é porque é”. O Magnetismo clássico nos ensina que a primeira regra fundamental a ser observada na aplicação de um passe é que seja estabelecida a “relação magnética” entre o magnetizador e o paciente. Na falta ou impossibilidade do paciente, a responsabilidade se concentra toda no passista – por exemplo, no caso de um paciente em coma. Supondo-se que numa cabine de passes o paciente esteja na plenitude de sua consciência, ele deveria estabelecer essa relação magnética, ou fluídica, com o passista. Mas, se são vários passistas atuando de uma só vez e ao mesmo tempo, como resolver o impasse? Só há um meio seguro: um passista faz a aplicação enquanto os outros ficam apenas no chamado apoio. Com isso, as convergências ou emissões fluídicas dos demais passistas seriam “captadas” pelo passista que está agindo diretamente sobre o paciente e este, com a relação magnética estabelecida, transmitiria apenas o que seria necessário, útil ou conveniente. Apesar de muitas Casas agirem diferentemente disso e permitirem que os pacientes se imaginem recebendo um passe mais possante -- já que estariam contando com a “força” de mais magnetizadores --, se se fizer uma análise mais apurada dos feed-backs, rápida e facilmente se observará que será sempre mais prudente ter-se boas e bem fundamentadas razões para se fazer o bem que se deseja do que se limitar ao achismo. Por fim, imaginemos um paciente em depressão ou em fadiga fluídica, típicos casos de pacientes que “não devem” receber concentrados fluídicos diretamente; pois bem, imaginemo-los recebendo um passe desse tipo. O que ocorrerá? Seguramente a probabilidade dele piorar ficará imensamente aumentada. Isto nos diz que melhor do que boa vontade é estudar, saber, ter consciência e não pensar que pelo fato de não se ter a intenção de fazer errado se chegará, inevitavelmente, ao correto.




03- Tenho uma dúvida quanto aos passistas espirituais. Eles não deverão usar técnicas diversas, já que não usinam fluidos e o acervo de técnicas fica inóquo? Poder pode, mas não deve, ou é tudo sem propósito?

Resposta: Veja bem; quando falamos em passistas espirituais estamos configurando de forma bastante absoluta, ou seja, nesses passes cabe e caberá aos Espíritos toda a tarefa de buscar os fluidos, distribuí-los, manipulá-los, etc. Sendo assim, convenhamos, é como você coloca: o que estamos fazendo ali? Claro que estamos fazendo alguma coisa, como a liberação do que chamo de "cola-psíquica", as preces, a vontade de ajudar em ação... Mas como não existe passista espiritual de forma absoluta, o ideal é que este, seja espiritual, misto ou magnético, tenha conhecimentos e domínio, por menor que seja, das técnicas do Magnetismo. Afinal, nunca sabemos até que ponto um passe que aplicamos é apenas espiritual (e é raro acontecer apenas este). Daí ser imprescindível que saibamos como agir nos passes. Nisso, uma coisa certa que se pode dizer, com um mínimo de segurança, é que o passista espiritual, em princípio, não precisará fazer uso de todas as técnicas quando o passe for, de fato, espiritual. Contudo, manda a prudência, o bom senso e a segurança, que após a doação de fluidos, seja de que tipo ou fonte seja, façam-se vários dispersivos.




02- Li sobre os “Filtros”, conforme falas em teu livro “A Cura da Depressão Pelo Magnetismo”. Como fica o fígado nessa pontuação?

Resposta: Ter um fígado comprometido sempre é fator de maior dificuldade no todo energético. Sugiro que peças a quem te aplicar passes que faça a fluidificação de tua água (deve ser uma fluidificação objetiva e por um tempo mais demorado no processo -- uns 4 a 5 minutos de magnetização por imposição de mão). Beba-a com regularidade e evite sobrecarregar teus órgãos associados ao esplênico a fim de obteres uma recuperação mais eficiente e rápida.




01- Uma dúvida minha e de um amigo (Caldas): como dar passes rotatórios no umeral, pois se atuarmos pela frente (através do laríngeo), faremos no sentido horário, e ao passarmos para o lado oposto (atrás) ficará no sentido anti-horário. Qual a forma correta de se trabalhar o rotatório no umeral? Poderia ser pela frente também ou só pelo lado oposto? Ou então, poderia ser feito no sentido horário ao passarmos diretamente para ele (atrás)? Isso não causa desarmonias se tivermos trabalhado através do laríngeo (afastando-o)? Será que me fiz entender?

Resposta: Sobre a ação no umeral, tal como questionas, uma coisa/fenômeno que se tem sentido e observado é que de uma forma geral e genérica os centros vitais, quando "atacados" pelo lado oposto, funcionam ali (no outro lado) como se fosse um cone invertido, logo, se aplico passe no umeral pelo laríngeo, ele deve ser no sentido horário; se faço às costas, o sentido segue a mesma direção, ou seja, horário também. E se não fosse assim, sempre que atacássemos o umeral de forma direta, de certa forma estaríamos atacando o laríngeo de forma invertida e isso o congestionaria ou o desarmonizaria, o que, de fato, não acontece.